quarta-feira, 17 de maio de 2017

A MAIOR LIBERDADE É SER VOCÊ MESMO

                                                 
Vejo muitas pessoas se queixando de não ter liberdade, mas uma coisa é ser livre; outra bem diferente é saber viver a liberdade.
Somos livres, mas a grande maioria de nós não sabe viver plenamente a liberdade. Fica achando que só será livre depois que sair do colégio, depois que se formar na universidade, depois que conseguir um emprego, depois que passar no concurso, depois que for morar sozinho, depois que ganhar o próprio dinheiro, depois que ficar rico, depois que se aposentar, depois de passar para o lado de lá…
Se alguém se impõe condições, já não pode ser livre, porque se limita, se escraviza ao cumprimento das condições. E ser livre é estar solto igual a uma borboleta ou um passarinho no ar.

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Geralmente a grande maioria de nós confunde liberdade com poder, como se ser livre fosse algo para ser conquistado, mas não dá para conquistarmos o que já somos. Digamos que liberdade é uma questão de descoberta.
Liberdade é algo que se descobre ao dar de cara consigo mesmo, sem a interferência da opinião dos outros, sem os papéis socialmente impostos ou até escolhidos. O que conquistamos é a independência, a capacidade, o poder de fazer coisas por si e de cuidar de si. Mas liberdade não é poder: é ser.
Claro que para sentir-se livre é fundamental ter o domínio de si mesmo, não ser dominável. Mandar em si mesmo, e não ser mandado. Mas isso é algo que depende de exercício, de prática. Já está dentro de todos nós esperando apenas para ser desenvolvido.
A grande maioria de nós pensa que liberdade é conquistar bens, conquistar posição, colecionar pessoas… Esse é o caminho mais certo da prisão!
Liberdade é não precisar de nada para ser livre.
Liberdade é descer do castelo de ilusão e andar descalço pela vida. É olhar com doçura para tudo; até para a dor, sem se deixar prender.
Liberdade é dar asas ao coração, soltar da gaiola os sentimentos e permitir-se amar sem medo. É seguir em frente de olhos abertos e alma sem segredos, sem dissimulações.
A grande maioria de nós pensa que liberdade é ter coisas na mão… Mas liberdade é abrir o peito para abraçar a imensidão! Liberdade é por ser você mesmo, sem usar disfarces !!!!...




domingo, 7 de maio de 2017

Burnout: os sinais da síndrome que é causada pelo esgotamento no trabalho..


Acúmulo de tarefas, cobranças excessivas, perfeccionismo e foco no trabalho como fonte exclusiva de prazer levam ao esgotamento físico e mental. Reconheça os sinais da síndrome de burnout e aja antes de acabar exaurida

É como se o corpo e a mente colocassem um ponto final: “Agora chega!” Um cansaço devastador revela falta absoluta de energia. Todas as reservas estão esgotadas. No trabalho, a pessoa, antes competente e atenciosa, liga o “piloto automático”. No lugar da motivação, surgem irritação, falta de concentração, desânimo, sensação de fracasso. Esses são indícios de uma doença cruel e de difícil diagnóstico que avança nos hospitais, nas empresas, escolas… A síndrome de burnout, ou esgotamento profissional, decorre de stress prolongado no trabalho. O termo em inglês significa estar chamuscado, queimado, calcinado por um fogo que se alastra como numa floresta. “É quando a casa cai”, resume o psiquiatra e clínico-geral Cyro Masci, autor
do livro digital Bioestresse: Novos Caminhos para o Equilíbrio e a Saúde (Amazon). No Brasil, 30% dos profissionais apresentam esse grau máximo de pane no sistema, conforme pesquisa da filial nacional da International Stress Management Association (Isma), que avaliou mil pessoas de 20 a 60 anos entre 2013 e 2014. Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da organização no país, 96% dos atingidos sentem-se incapacitados, o que provoca absenteísmo – para realizar exames e licenças médicas – e presenteísmo, quando se está fisicamente no posto, mas com a mente distante.
O rendimento, claro, cai. “Quem tem burnout trabalha cinco horas a menos por semana”, calcula a psicóloga. E enfrenta maior risco de erros e acidentes de carro, por exemplo, diante da desatenção e da imprudência. Como se não bastasse, há perdas sociais, especialmente na relação com os colegas. “O grupo demonstra solidariedade e até oferece auxílio nas tarefas. Mas, sobrecarregado pelos afazeres do outro, passa a questionar: ‘Como alguém pode ficar doente o tempo todo?’ E o apoio cede espaço à hostilidade”, explica ela. Familiares e amigos também questionam como alguém de aparência normal pode estar tão debilitado. “A tendência é darem conselhos para reagir, o que só piora o quadro”, revela Masci. “Muito exigente consigo, o profissional vai tentar produzir mais, o que intensifica o cansaço e diminui a eficiência. É um ciclo vicioso.”
O termo burnout, que só se aplica no ambiente laboral, foi criado pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger em 1974 para descrever o adoecimento que observou em si mesmo e em colegas. Um relatório feito com base em 20 mil entrevistas, o Medscape Physician Lifestyle Report 2015, divulgado em janeiro passado, concluiu que 46% dos médicos dos Estados Unidos têm burnout. Em 2013, a taxa era de 40%. As categorias mais atingidas são as que lidam com pessoas e se expõem ao sofrimento humano, conforme nota Masci. A síndrome acomete muitos enfermeiros, psicólogos, professores, policiais, bombeiros, carcereiros, oficiais de Justiça, assistentes sociais, atendentes de telemarketing, bancários, advogados, executivos, arquitetos e jornalistas. Com a ala feminina no alvo principal. “Num grupo de mil profissionais, há 540 mulheres para 460 homens com burnout. Elas são mais afetadas porque não se lembram de seguir a orientação das aeromoças: colocar em si mesmas a máscara de oxigênio antes de ajudar os outros. Foi isso que escreveram Sheryl Sandberg, diretora do Facebook, e Adam Grant, professor de administração da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em artigo sobre mulher e trabalho, publicado no jornal The New York Times em fevereiro deste ano. O dado foi obtido em uma análise de 183 estudos sobre diferenças de gênero e burnout em 15 países. Segundo Sandberg e Grant, uma das razões é a expectativa de que as mulheres realizem, além das suas funções, também o serviço “doméstico” do escritório, como atender telefone, tomar notas, servir café e organizar festas, sem serem recompensadas por isso. Quando negam, são malvistas, o que pode prejudicar a carreira. “Se o homem não ajuda, é porque está ocupado. A mulher é egoísta”, mostram. Incapaz de dizer não, ela abraça mais obrigações, até chegar ao ponto crítico da síndrome do burnout.

A escalada ao caos

Três características marcam a doença. A primeira é a exaustão, citada por 97% das brasileiras na pesquisa do Isma. “A sensação é de estar no vermelho, sem recursos físicos e emocionais”, diz Ana Maria. Há fraqueza, dores musculares e de cabeça, náuseas, alergias, queda de cabelo, distúrbios do sono, maior suscetibilidade a gripes e diminuição do desejo sexual; 91% relataram desesperança, solidão, raiva, impaciência e depressão; 85% citaram raciocínio lento, memória alterada e baixa autoestima. A segunda característica, com traços emocionais, liga-se à despersonalização ou ceticismo e distanciamento afetivo. O profissional passa a ter contato frio e irônico com os receptores do seu trabalho e, não raro, torna-se uma presença ranzinza e negativista. A terceira refere-se mais à produtividade, com baixo grau de satisfação pessoal. A pessoa produz pouco e acha que isso não tem valor. A escalada até o caos é progressiva. “Se colocar um sapo na água quente, ele foge. Mas, se aumentar a temperatura aos poucos, ele não percebe e vai se adaptando até que um dia explode”, compara Ana Maria. As mudanças também são graduais e em fases. O sono já não consegue reparar o organismo. “Períodos de excitação se intercalam com horas em que se sentem mortos-vivos”, diz Masci. Na etapa seguinte, a queda no rendimento levanta dúvidas quanto à própria capacidade. Depois, predomina a agressividade. Os hormônios liberados nos ataques de ira (como o cortisol, produzido na suprarrenal) ampliam o risco de diabetes, cardiopatias, doenças autoimunes, crises de pânico e depressão. Por último, instala-se o esgotamento total.

Perfeição, o veneno

O burnout é produto de um mix de fatores pessoais, profissionais e sociais. Entre as causas individuais destacam-se o perfeccionismo, que leva à busca de uma excelência às vezes impossível, e o idealismo em relação à profissão, cobrando um engajamento pessoal para além dos limites. Uma revisão de estudos feita pela equipe da psiquiatra Telma Trigo, no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 2007, apontou ainda competitividade, impaciência, necessidade exagerada de controlar as situações e dificuldade para tolerar frustração, delegar tarefas e trabalhar em grupo. Os fatores laborais que servem de gatilho são: demandas excessivas que ultrapassam a capacidade de realização, baixo nível de autonomia e de participação nas decisões, falta de apoio das chefias, sentimento de injustiça, impossibilidade de promoção, conflitos com colegas e isolamento. “A pessoa nunca é convidada para happy hours e só fica sabendo dos churrascos depois”, exemplifica Ana Maria. Outro fator comum é a sensação de que é preciso contrariar os próprios valores para se dar bem na carreira.

Tratamento

Esse mal é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e pelas leis brasileiras como doença ocupacional. Por isso, admite-se o afastamento para debelar a síndrome. O problema está na dificuldade de diagnosticar – muitas vezes ela é confundida com depressão. Em geral, antidepressivos fornecem certo alívio. Mas o tratamento compreende mais coisas. “Não dá para tomar um remedinho e seguir num ritmo alucinante”, alerta Cyro Masci. É preciso desacelerar. A mudança pode vir por meio de psicoterapia. Meditação e técnicas de relaxamento associadas ao tratamento combatem esse tipo de stress, como demonstrou uma revisão de 58 estudos com 7 188 participantes feita pela Cochrane Library e divulgada em dezembro. Ana Maria adverte que a volta ao trabalho nem sempre é fácil. “O ideal é um retorno gradual, em que as demandas crescem aos poucos”, orienta. O mais importante, porém, se alinha à alteração da postura. Sheryl Sandberg e Adam Grant enfatizam que as mulheres (e os homens) alcançam a melhor performance e experimentam menos burnout quando respeitam as próprias necessidades e limites.

Para fugir da síndrome de burnout

  • Abandone o lema “Meu nome é trabalho”. Não coloque todos os ovos numa cesta só. Diversifique as fontes de gratificação e descubra seus hábitos de prazer. Leia mais, vá ao cinema, curta os amigos e os pets.
  • Faça uma avaliação sobre custo e benefício: o que a atraiu nesse emprego e a mantém aí? A possibilidade de ajudar as pessoas?
  • O salário? Seja qual for a motivação, focalize no que é positivo em vez de olhar os aspectos negativos que, em geral, são muitos.
  • Restabeleça contatos profissionais. Faça networking, procure novas chances no mercado ou em outro setor da empresa se o que você faz, no momento, significa exaustão.
  • Atenção aos sinais emitidos por seu corpo. A exaustão pode ser sintoma de várias doenças, de anemia a distúrbios da tireoide. Na dúvida, consulte um médico. Se for stress, procure desacelerar o ritmo e faça uma coisa de cada vez.
  • Cuide de seu estilo de vida. Alimente- -se bem, em horários regulares, sem exagerar no álcool e na cafeína. Durma o necessário para acordar reanimada.
  • Inclua exercícios físicos na rotina. Eles ativam a circulação, estimulam o metabolismo, energizam e ajudam a administrar o stress.
  • Conte com o apoio da família, dos amigos ou de uma prática espiritual. 





segunda-feira, 1 de maio de 2017

Como você encara os desafios diários ?

O que é mole é mais resistente do que é duro; 
a água é mais forte do que a rocha, 
o amor é mais forte que a violência”
– Herman Hesse
Por que Herman Hesse pensou que o que é mole é mais forte ou resistente do que aquilo que se mostra duro ou rígido? Se agora analisarmos cuidadosamente esta frase do escritor suíço poderíamos concluir que ele estava se referindo à resiliência.

A resiliência é a capacidade que todos temos de nos adaptar e enfrentar as situações menos favoráveis. Um conceito bem conhecido da psicologia, mas pouco explorado pelo ser humano em geral.
A resiliência é uma ferramenta que todos os seres vivos tem à sua disposição, ainda que de formas diferentes.
É uma chave com a qual é possível enfrentar os tempos ruins e sobreviver. Uma invenção maravilhosa da natureza graças à qual, mesmo esticando muito a corda das nossas emoções, não chegamos a rompê-la.
Contudo, parece haver pessoas para as quais resistir ou enfrentar os momentos ruins é mais fácil. Ou talvez o esforço seja o mesmo, mas a atitude seja diferente.
A resiliência é parte de um mecanismo complexo influenciado por muitos outros fatores, como a atitude que adotamos frente a um problema. Talvez por isso algumas pessoas pareçam enfrentar de uma forma diferente, com mais facilidade, as situações conflitantes ou desagradáveis.
Depois de várias pesquisas da psicologia moderna, chegou-se à conclusão de que estas são as características das pessoas resilientes:

1. São capazes de detectar a causa dos problemas

As pessoas resiliêntes colocam em prática as estratégias necessárias para evitar que a situação problemática aconteça de novo. Isto também implica fazer uma autoanálise, já que às vezes o detonador do conflito não vem de fora, e sim do próprio interior.

2. Sabem lidar com suas emoções

As pessoas resiliêntes  são capazes de administrar seus pensamentos, já que toda emoção parte deles. Pensamos, logo sentimos.
As pessoas resiliêntes controlam seus pensamentos para não se deixarem levar pelos que têm uma carga negativa e que, no fim, têm a capacidade de produzir emoções negativas.

3. Mantêm a calma em situações de muita pressão

Todos atravessamos momentos difíceis ao longo da vida e o importante é saber manter a calma quando estes aparecem. As pessoas resiliêntes são capazes de estar centradas e tranquilas quando estão em situações de caos e confusão momentânea.

4. São realistas

Muito se fala sobre o otimismo, mas de forma errada, criando uma ideia geral de que ser positivo implica negar certos aspectos da realidade que são inevitáveis e estão presentes na vida de muitas pessoas.
Ser realista mas sempre esperar o melhor é melhor forma de descrever o otimismo  próprio das pessoas  resiliêntes

5. Confiam em si mesmas

As pessoas resiliêntes sabem do seu valor e da sua competência para superar as adversidades.
O que dizemos a nós mesmos é o que acaba formando a nossa realidade, portanto se acreditamos que somos capazes de superar um obstáculo, certamente este será superado.

6. São empáticas

As pessoas com maior capacidade de enfrentar os problemas de uma forma correta sabem ler as emoções dos outros, compreender o que acontece ao seu redor e agir adequadamente.

7. São capazes de motivar a si mesmas

Nem todas as pessoas são iguais. Algumas se motivam pelos desafios e outras pelas oportunidades de mudança.
As pessoas resiliêntes  sabem encontrar novas formas de obter satisfação na vida. Mantêm a motivação sempre em alta
e são capazes de detectar e atrair coisas positivas para as suas vidas.

8. Não se perguntam “por quê”, e sim “como”

Uma das características chave das pessoas que tendem a se derrubar facilmente frente aos problemas é que se deixam levar por pensamentos de censura, e constantemente questionam por que a situação negativa foi acontecer justamente com eles.
Concentram-se no “por que”, ao contrário das pessoas resiliêntes, que 
 usam a sua energia para entender como podem lidar ou sair dessa situação conflitante.

Você é uma pessoa resiliênte?

Se depois de ler estas características das pessoas resilientes você acha que não é uma delas, é importante ter em mente que a resiliência está presente em todas as pessoas.
Se você começar a olhar as coisas de outra perspectiva, os problemas começarão a ter menos aparência de dramas e mais de desafios que, dependendo das circunstâncias, você poderá inclusive aproveitar.
A chave? A vontade de mudar.

domingo, 30 de abril de 2017

O que é uma mulher auto suficiente ?

      • A pessoa autossuficiente, segundo o dicionário é a que "tem a capacidade de viver sem depender de outrem". A autossuficiência tem dois aspectos que se evidenciam: o financeiro e o emocional. Dessa forma, ser uma pessoa autossuficiente é ser independente tanto financeira como emocionalmente.
        • Vencendo a insegurança

          O primeiro passo rumo à autossuficiência é vencer a insegurança, acreditando nas próprias potencialidades, nas realizações que se fazem necessárias. Pessoas inseguras são sempre dependentes, seja das circunstâncias ou de outras pessoas; importam-se muito com a opinião dos outros e acreditam que alguém é sempre mais competente que si próprio. O que faz uma pessoa ativa e coerente é a segurança em suas próprias ideias e ações
    • Independência emocional

      • Tornamo-nos emocionalmente independentes quando não nos envolvemos em emoções que não são nossas, quando não delegamos aos outros o poder de nos influenciar psicologicamente. Conforme escrevi no artigo Como vencer a dependência emocional: "A dependência emocional consiste em um estado no qual a pessoa sente-se totalmente subordinada a outra pessoa sem a qual não consegue sentir-se segura para assumir nem mesmo as pequenas responsabilidades da vida." Para ser uma pessoa autossuficiente é preciso cuidar das carências, trabalhar a autoestima e construir relacionamentos saudáveis.
      • Independência financeira

        • Buscar ser autossuficiente financeiramente é também muito importante, principalmente nos dias atuais em que as dificuldades econômicas são muitas e atingem famílias inteiras. Buscar a qualificação profissional a fim de evoluir e, consequentemente, conseguir ganhos melhores é uma necessidade não somente dos homens, como há algum tempo, mas igualmente das mulheres. Em muitas famílias, o casal precisa estar unido em esforços para garantir a proteção e o sustento da família. Segundo a matéria publicada neste site: "As mães são incentivadas a fazer da criação dos filhos sua principal ocupação, especialmente se eles forem pequenos, mas ainda assim, devem estar preparadas para trabalhar fora, a fim de sustentar a família". É assim que pai e mãe são convocados a buscar a independência financeira a favor da família.
        • Responsabilidade pela vida

          • Ser autossuficiente é ser capaz de satisfazer as suas necessidades físicas, materiais e também, em certa medida, as suas necessidades sociais e espirituais. É assumir as responsabilidades da vida com garra e disposição sem cair no engodo de culpar os outros pelas escolhas que faz na vida. É importante confiar em si mesmo, fazer as próprias opções e correr os riscos que lhes são inerentes. Isso não significa não ouvir o outro; todo aprendizado deve ser considerado, o que não se pode fazer é transferir as ações que lhe são incumbidas
            • Humildade

              Somos seres sociais, e tornarmo-nos totalmente independentes não é tarefa das mais fáceis, mas é importante que nos dediquemos a isso. Entretanto, é preciso que se faça uma diferenciação: não depender dos outros, não significa que não precisamos uns dos outros. Acreditar nisso seria muita presunção, arrogância e egoísmo. Ser autossuficiente corresponde a buscar autoconfiança nas próprias ações de forma a ser útil e participativo na sociedade. Ter consciência de que, apesar de autossuficiente, você sempre precisará das pessoas e, principalmente, de Deus.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Endorfina Hormônio da Felicidade

Você já ouviu falar no hormônio da felicidade? Responsável por proporcionar sensações de prazer, a endorfina é uma substância naturalmente produzida em nosso corpo.
Pode-se dizer que, da mesma forma que produzimos adrenalina nos momentos de tensão ou grande tristeza, a endorfina é um neuro-hormônio liberado pelo cérebro quando este reage à estímulos positivos.
Por meio de pesquisas científicas, descobriu-se que a endorfina é produzida na glândula hipófise, localizada em uma região inferior do cérebro, próxima à base do crânio. Depois de produzida, a substância é liberada para o sangue junto com outros hormônios.
O GH, ou hormônio do crescimento, e o ACTH, responsável por estimular a produção de adrenalina e cortisol, são alguns deles.
De modo geral, o hormônio da felicidade é produzido durante de pois da prática de exercícios físicos, regulando nossas emoções. Considerada um poderoso analgésico natural, a endorfina contribui para a redução do estresse e ansiedade, alivia dores no corpo e melhoram o humor.
endorfinas

Como liberar endorfina?

Existem diversas formas de liberar endorfina no corpo. Mas, sem dúvidas, a principal responsável pela liberação do hormônio da alegria é a prática de atividades físicas. De modo geral, os efeitos da endorfina são sentidos no corpo após os 30 minutos iniciais de um exercício.
Outras formas de liberação do hormônio da felicidade são:
  • Comer chocolate. O ideal é consumir chocolate amargo, que contém mais chocolate de verdade, em pequenas quantidades.
  • Aumentar o consumo de pimenta, pois ela estimula a produção de endorfina.
  • Sorrir verdadeiramente com mais frequência.
  • Praticar sexo, pois o ato sexual também libera grandes quantidades de endorfina no organismo.
  • Fazer atividades físicas em grupo.

Quais os principais efeitos das endorfinas?

hormônio da felicidade é assim chamado porque é capaz de proporcionar ao corpo humano sensações cada vez melhores. Entre os efeitos da liberação constante de endorfina, destacam-se:
  • Estimulam a memória e o humor;
  • Aumentam a resistência e a disposição física e mental;
  • Melhoram o sistema imunológico;
  • Tendem a bloquear possíveis lesões nos vasos sanguíneos;
  • Melhoram a concentração;
  • Tem efeito analgésico e alivia dores no corpo;
  • Melhoram a vida sexual.

Alimentos ricos em serotonina

Da mesma forma que o hormônio da felicidade, também existe outra substância conhecida por proporcionar sensações de prazer: a serotonina. Esta substância é um neurotransmissor produzido no tronco encefálico que oferece muitos benefícios ao organismo, em especial ao das mulheres.
A serotonina melhora a saúde regulando o sono, combate a depressão e a enxaqueca, melhora o humor, contribui para o desempenho da atividade sexual e combate os sintomas da TPM.
Diferentemente da endorfina, a serotonina também pode ser encontrada em alguns alimentos. Conheça alguns exemplos:
  • Abacate
  • Banana
  • Castanhas
  • Chocolate
  • Caqui
  • Melancia
  • Peixes
  • Soja
  • Gengibre
  • Limão
  • Figo
  • Ovos
  • Tangerina
  • Amendoim
  • Alface
Agora que você já conhece as melhores formas de liberar o hormônio da felicidade, coloque as dicas em prática para viver de forma mais prazerosa.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

COMO VAI SUA AUTOESTIMA

A autoestima é a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma; é a capacidade de respeitar, acreditar e amar a si mesma. A autoestima é um trabalho diário e exige dedicação na mesma proporção que se dá aos filhos, ao companheiro, ao conhecimento, à carreira, à saúde e à beleza.
Para manter a autoestima, faça a si mesma o que você faz aos outros: incentivar, admirar, elogiar, desejar o melhor, tratar bem, com carinho e atenção. Ao se proteger, você preserva sua dignidade, não permitindo abusos. Se alguém te “atacar”, terá forças para reverter o problema a tempo, pois quem tem autoestima reconhece sua capacidade e confia nela.
A autoestima elevada é a condição vivida por pessoas que são elogiadas,
apoiadas, autoconfiantes, que têm amor próprio, não vivem em conflito e não são ansiosas e inseguras. A baixa autoestima é o sentimento que se manifesta em pessoas inseguras, criticadas, indecisas, depressivas e que buscam sempre agradar outras pessoas.

Baixa Autoestima

A baixa autoestima revela uma pessoa que não expressa os seus sentimentos, que os guarda a sete chaves. Na tentativa de ocultar os seus sentimentos para os outros, ela acaba tornando-se mentirosa para si mesma.

Quais são as características mais comuns dessas pessoas?

  • Possuem tendências perfeccionistas e precisam se sentir no controle de tudo
    • o que acontece a sua volta — o que provoca altos níveis de stress.
    •  Tendem a ser negativas.
    • Preocupam-se demais com o que os outros vão pensar dela.
    • Geralmente estão acima do peso normal.
    • Culpam os outros pelos seus problemas.
    • Têm pouca concentração e geralmente são causadores de problemas.
    • Não pensam em si, somente nos outros.
    • Evitam emitir suas opiniões, gostos, valores, pensamentos e sentimentos.
    Perde-se a autoestima quando se passa por muitas decepções, frustrações; ou em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada. Também quando não somos valorizados ou nunca recebemos elogios.

    Mas o que fazer para não perder a autoestima?

    O que nos abala na realidade não é a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por nós mesmos! Na realidade, o que vale é a sua opinião sobre si mesma! Deste modo, sua autoestima é determinada por você mesma: por isso, pare de culpar seus pais, parentes, amigos ou colegas pela deterioração da sua auto- imagem. Quem tem que se preocupar com ela é você, não os outros; não permita que eles a contaminem.
    Ame-se, preocupe-se com você, construa seu amor próprio e seja verdadeira com si mesma. Aceite seus defeitos, seja otimista; cuide do seu corpo, saúde, cabelos — cuide da sua beleza e encare a vida de cabeça erguida.  Lembre-se: a sua vida é para você.

A MAIOR LIBERDADE É SER VOCÊ MESMO

                                                  Vejo muitas pessoas se queixando de não ter liberdade, mas uma coisa é ser livre; outra...