quarta-feira, 14 de junho de 2017

Como lidar com a as frustrações

A dor é inevitável ao ser humano, assim como as frustrações todos em algum momento vamos experiencar  esse sentimento. Porém o que difere um individuo do outro é forma com que lidamos com a dor.
Comumente pode ocorrer a transferência , como lidamos com os outros, com o meio em nossa volta, e com pessoas as quais nos relacionamos.
As nossas atitudes implica muito na subjetividade do enfretamento
Como eu me relaciono comigo ?
Como me relaciono com as pessoas mais próximas, amigos famílias ,e como é a minha devolutiva perante ao enfretamento ?

Muito comum depararmos com pessoas resistente a afetividade, que criam muros de autoproteção, onde se é possível notar que mesmo inconsciente buscam fazer doer no outro , provocar no outro sentimento contrario, como se o outro tivesse que carregar o peso das suas desilusões. Deparar mos com pessoas que agem contrario é comum, muitas vezes diante da frieza, da apatia , existem um marcador de dor. Fatos mal resolvidos, frustrações, geram mecanismo de auto defesa, como se sempre estivesse diante de um perigo.Aprenda quais são os estímulos provocadores. Um estímulo provocador é um elemento ou situação que causa em você uma reação emocional exagerada. Embora existam estímulos provocadores mais comuns, a frustração pode ser induzida por diversas situações.
·         Você se frustra quando é forçado a esperar sem fazer nada? Fica angustiado no trânsito ou na fila do supermercado?
·         Se frustra quando o desempenho das pessoas não está à altura das suas expectativas ou quando elas atrapalham seu trabalho? Percebe que coisas pequenas, como e-mails e SMS’s, são suficientes para estragar seu dia?
·         Se frustra diante de dificuldades? Deveres de casa complicados, por exemplo, lhe causam crises?     tenha perspectivas. Para lidar com a frustração, há que se lidar com a sensação de impotência; portanto, para combater a frustração, é preciso exercitar a força de vontade. "Força de vontade" é a capacidade de transformar intenção em ação, ao passo que impotência é seu oposto, o sentimento de que nada pode ser feito para melhora sua situação. Escolha algo que você consiga realizar no momento — por menor que seja — e o realize. Reunir forças para lavar as mãos ou trocar de roupa podem parecer atitudes pequenas perto da dimensão do seu problema, mas elas não são nada. Dada a maneira com que funciona o cérebro humano, essas pequenas conquistas são cruciais Rodeie-se de pessoas que te apoiem. Encontre amigos com quem você possa discutir suas frustrações, que as escutariam sem fazer julgamentos. Caso você não se sinta confortável para falar, encontre alguém que lhe acompanhe durante tarefas frustrantes, como procurar emprego ou usar sites de relacionamentos. Estar com outras pessoas ajuda a regular o humor. Ainda que a solução de um problema lhe pareça óbvia, discuti-lo é uma forma de detectar fatores que não estavam tão aparentes para você, como baixa autoestima e ansiedade. Conversar com um mentor ou com um psicólogo é uma forma de entender melhor os seus problemas. 
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Cuide-se. A frustração acarreta em tensão e ansiedade; ambas podem prejudicar o humor, o sono e o equilíbrio químico do corpo. Cuidando melhor de si mesmo — especialmente do seu corpo —, você vai relaxar e se desapegar dos sentimentos ruins ocasionados pela frustração. Procure tomar banho, caminhar, fazer pão ou ler. Essas atividades lentas e relaxantes ajudam a tirar o corpo daquele estado tenso e desregulado  e traze-lo  para um estado mais calmo e concentrado.
Mantenha um diário das suas conquistas. É comum que pessoas frustradas sofram de falta de sentido ou de propósito. Isso acontece porque a frustração impede que quem sofre dela tenha uma opinião realista de si mesmo. Lute contra isso anotando num diário todas as suas conquistas, inclusive atividades cotidianas que você realiza com dificuldade.Se você não consegue identificar as próprias conquistas, pode estar com problema problemas de autoestima. Nesse caso, peça que um parente ou amigo o ajude a se lembrar dos feitos de que você pode se orgulhar.
Resista à procrastinação. Da frustração pode decorrer a apatia, ou seja, uma .      grave falta de motivação, que, por sua vez, pode levá-lo a perder horas com atividades que não são produtivas nem divertidas ou, em casos mais graves, impedi-lo de cumprir prazos. Se a frase anterior descreve o seu caso, é possível romper esse ciclo:
·         Afaste-se das distrações inúteis. Se você se distrai facilmente ou tende a se dispersar quando precisa fazer alguma tarefa importante, melhore sua atenção. Desligue o telefone e outros aparelhos eletrônicos ou desconecte-os da internet (a não ser que essas ferramentas sejam necessárias para a realização da tarefa). Retire da sua área de trabalho todos os itens desnecessários.
·         Defina prazos e recompensas. Tarefas desagradáveis ou difíceis podem debilitar sua motivação. Um modo positivo de se forçar a concretizá-las é estipular um prazo para cada etapa e se recompensar de alguma forma (com um lanche ou uma atividade recreativa, por exemplo) sempre que você for fiel a tais prazo Seja honesto, mas compassivo. Fale abertamente sobre como você se sente, o que gostaria que fosse diferente e pergunte a opinião da outra pessoa. Evite os insultos e os comentários ofensivos. Convém falar dos seus próprios sentimentos e usar frases que comecem "eu...". Frases que começam com "você" costumam ter um tom acusatório.
·         Não se comporte de forma passivo-agressiva, escondendo suas emoções ou falando mal de quem lhe causa frustração para outras pessoas.
·         Evite usar sarcasmo ou insultos durante a discussão, mesmo que como piada.

Dicas
·         Se você não apontar a causa da sua frustração com certeza, tente ouvir os conselhos de um amigo próximo, de um mentor, de um orientador ou de um psicólogo.
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Avisos
·         Álcool e outras drogas não ajudam a lidar com a frustração e podem ser prejudiciais à saúde a longo termo.
  

terça-feira, 6 de junho de 2017

Cuidado com a Carência !!







Ninguém nasceu para ficar sozinho. Fato! Necessitamos do convívio, da troca de ideias, do incentivo do outro para caminhar, afinal vivemos em comunidade.
O problema é que algumas pessoas perderam a autonomia dos próprios atos e não estão conseguindo conviver sozinhas com seus defeitos, com sua solidão e com seus vícios e partem atrás de um grande amor.
Carência emocional é o mal do século. Em nome dela pessoas incríveis renunciam a própria felicidade em prol de uma (má) companhia momentânea e permitem que relacionamentos doentios marquem suas histórias para o resto da vida.


 Geralmente, as histórias acontecem tão rápidas quanto superficiais e pulam as fases que compõe um relacionamento (conhecer- sair- namorar- casar) para serem felizes. Luiz Fernando Veríssimo diz que “nesse mundo maluco e agitado, as pessoas estão se encontrando hoje, se amando amanhã e entrando em crise depois de amanhã”.
Não é raro que pessoas carentes confundam paixão e saudade com amor. Afinal, para eles o que importa é estarem acompanhadas e sentindo o coração bater, indiferente da denominação do sentimento. Caio Fernando Abreu descreve bem isso: “Não se deixe entusiasmar a ponto de não conseguir distinguir amor de atração, amor de carência, amor de insegurança, amor de fantasia.”
A frase “me apaixono fácil” é quase um grito de guerra para essas pessoas, já que servem de desculpa para as escolhas erradas que fazem na área sentimental. Pessoas carentes não sabem lidar com a solidão e cobram, dos outros, sentimentos que deveriam ser dados livremente. Funciona, mais ou menos, assim: elas acreditam que quanto mais amarem e mais se doarem, mais amadas serão. Simples assim!
Por favor, não seja esse tipo de pessoa. Pessoas carentes são cansativas e desgastam toda relação. Amor é atração, afinidade e reciprocidade dispostas em vias de mão dupla. Não sinta a necessidade de enviar mensagens todos os dias, de acordar de madrugada com saudade ou de convidar para um jantar a dois, se não quiser, de coração, fazer isso.
Essas coisas devem ser feitas por vontade e não por obrigação. Entenda que temos o direito de sentirmos saudades, mas não temos o direito de cobrar a presença. Temos o direito de amar, mas não podemos obrigar o outro a sentir o mesmo.
Aprenda a diferença entre carência e amor e você será muito mais feliz. Entenda que o fato de alguém não te amar pode até afetar seu ego, mas não afeta sua vida. “Se não o amam, não rogue nem se ajoelhe. O amor não se suplica nem se exige, acontece. E se não acontece, você se retira com dignidade e parte para outra.”

"Não se deixe entusiasmar a ponto de não conseguir distinguir amor de atração, amor de carência, amor de insegurança, amor de fantasia." (Caio Fernando Abreu)

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Realização Profissional e qualidade de vida







Realização profissional e qualidade de vida são dois temas ligados diretamente. Se a pessoa não se sente realizada profissionalmente a vida será muito difícil, já que boa parte do tempo das pessoas é despendido no trabalho. Todo profissional deve buscar a sua realização, pois é o resultado do aprimoramento contínuo de seu conhecimento, obtido pelas suas experiências, até chegar à excelência do que faz. Ser um bom profissional não quer dizer somente fazer o trabalho bem feito, mas fazê-lo com amor, sensibilidade e compreensão em relação às necessidades humanas.
Realização profissional significa, fundamentalmente, gostar do que se faz, com competência e, como consequência, chegar ao sucesso financeiro. Quando o homem se sente realizado com o trabalho que desenvolve é porque reconhece o seu valor e o quanto é importante.
Considerando o sentido espiritual da realização, a satisfação do homem pelo que faz proporciona a sua percepção sobre a gama de benefícios que pode causar a si mesmo, às pessoas ao seu redor e até aos animais e plantas. Neste sentido, este homem se sente realizado quando reconhece a divindade e seu papel na Humanidade, isto é, tudo o que há de bom em si e como pode reverter isso aos demais.
Em qualquer profissão é possível encontrar esta realização , seja como médico, professor, gari, jardineiro, etc. A realização independe da valorização social ou financeira.
Sentir realizado significa estar preenchido com uma energia que não se compra, não pode ser roubada e não se esvai devido a obstáculos externos. Essa energia faz parte de cada um como ser integral e, portanto, se irradia em casa com a família, com os amigos, para onde for e com quem estiver. Pela lei da atração, energia positiva atrai seu similar. O resultado só pode ser uma qualidade de vida boa.
Todos têm potencial e talento para exercer uma profissão e se sentir realizados, basta ter força de vontade. 
O único cuidado é ter o equilíbrio de não se transformar em um workaholic , isto é, alguém que vive para o trabalho e não trabalha para viver. A vida não pode se resumir ao trabalho material. Se assim for não poderá haver qualidade de vida, pois a vida é composta de vários âmbitos e não só o profissional. Há o afetivo, o emocional, o físico, a convivência e muito mais.
Para ser realizado profissionalmente são necessários alguns passos:
1. fazer o que gosta e/ou gostar do que faz.
2. não enxergar o trabalho como meio de mera sobrevivência, mas uma forma de ajudar as pessoas, ser um servidor.
3. Não enganar as pessoas e nem se enganar, poder deitar toda noite com a consciência tranquila.
4. Não se contentar em ficar estagnado, mas ser um profissional cada vez melhor.
5. Ser humilde para reconhecer o seu valor como um ser divino e para saber que ainda pode aprender a ser um melhor servidor.
Segundo Deepak Chopra, em seu livro As Sete Leis Espirituais do Sucesso, todos têm um “talento singular e uma maneira única de expressá-lo.” Sempre há algo que alguém faça melhor que as demais pessoas, pois este é o seu dharma ou propósito de vida. Para ser realizado profissionalmente é necessário estar dentro da Lei do Dharma .
Todos os profissionais que são realizados, no sentido espiritual da palavra, possuem um ponto em comum: são servidores  São profissionais que proporcionam o bem-estar ao próximo, não enxergam o outro como um cifrão, amam o que fazem e, mesmo que não necessitassem mais de dinheiro para viver, por já terem acumulado o bastante para o resto da vida, continuam exercendo sua profissão.
O profissional servidor é aquele que faz de seu ofício um meio de facilitar a vida das pessoas, independente do que pode ganhar com isso. O motivo para levantar e trabalhar a cada novo dia está dentro dele mesmo. É uma responsabilidade e não uma obrigação que deve cumprir.
A qualidade de vida ocorre na medida em que o homem realizado e satisfeito estende essa satisfação em todas as direções, pois será o resultado será a qualidade positiva na vida de todos.

QUALIDADE DE VIDA
Bem-estar físico, emocional, mental e espiritual tendo como resultado a convivência sadia consigo e com os demais.

REALIZAÇÃO 
Real ação; ação que independe de fatores perecíveis e externos; estado no qual a pessoa se sente em estado de graça, plena e satisfeita, independente do que lhe ocorra externamente. 

LEI DO DHARMA
A Lei do Dharma possui três componentes: 
1) Estabelecer contato com o Eu Superior, que é sinônimo de Espírito, Essência ou potencialidade pura.
2) Descobrir seu talento único.
3) Perguntar-se como poderá servir melhor à Humanidade. 

SERVIDORES 
São aqueles que não se colocam em primeiro lugar, possuindo disponibilidade de atender o próximo segundo sua capacidade, independente do que lhe ocorra externamente. 

WORKAHOLIC 
Expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra). Serve para qualificar uma pessoa viciada, não em álcool, mas em trabal


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quarta-feira, 31 de maio de 2017

SE VOCÊ SE IMPORTA COM ALGUÉM ? DEMOSTRE !!!11

Se você se preocupa com alguém, esteja lá por ela, assim como você diz que sempre estará.
Fique com ela mesmo quando menos merecer, porque é quando ela mais precisa. Basta estar lá para ela – não porque você tem que estar, mas porque você quer.
Sabe, as coisas fáceis na vida não têm peso algum. É fácil amar alguém quando essa pessoa é perfeita, quando se é gentil e leve, quando é cheia de esperança e felicidade. Mas amar alguém enquanto usa suas falhas como uma desculpa, quando está tendo um surto, ou quando está magoado – que é quando isso mais significa. São nesses momentos em que você deve estar junto.
Se você se importa com essa pessoa, largue o telefone. Sente-se em frente a ela durante o jantar e comece a ouvi-la.
Dê a si mesmo o espaço para se aprofundar em uma conversa com ela, do tipo de tempo de qualidade que faça com que se sintam como se vocês fossem as duas únicas pessoas no mundo.
Conecte-se com essa pessoa. Por favor, se você se importa com alguém – conecte-se. Não se permita ser interrompido nesses momentos. Não se contente com apenas falar sobre o tempo, ou a monotonia da vida. Pergunte sobre o que a pessoa sonhou na noite anterior. Debata com ela. Ensina-lhe algo novo. Sente-se e ria com ela, perca-se no tempo. Esteja presente, não apenas de corpo, mas também mentalmente. Esteja lá com ela.
Se você se preocupa com uma pessoa, deixe-a saber disso. Sempre lembre de que você aprecia o coração que bate dentro dela. Lembre-a também de que você a quer proteger, que ela é sua pessoa favorita e não basta fazer isso apenas com palavras.

Veja bem, as palavras são simples, fáceis, rasas. Quando se trata da alma de outra pessoa, não encha sua cabeça com a poesia de seda, nem sequências de vogais e consoantes juntas apenas para apaziguar. Mostre-lhe que ela é importante para você, certifique-se de que ela se sinta amada, reforçando o que você fala
Muitas pessoas, egoisticamente, apenas amam e não conseguem protegê-las, falham em cultivar. Muitas pessoas ficam confortáveis e complacentes, perdem de vista o que têm. Elas tomam e tomam, e raramente pensam sobre o que estão dando em retorno. Elas esquecem que o amor  é algo que nunca deve ser feito com um pé para fora da porta. Elas esquecem que o amor nunca deve ser dado aos poucos.
Por favor, se você ama alguém, proteja este amor. Seja honesto com a pessoa. Escolha-a todos os dias e se você não puder, ou se tudo mudar, deixe-a ir. Liberte-a, porque se te amam profundamente, não irão parar de tentar, a pessoa não será capaz de ir embora, pois é uma falha fatal em quem se ama com tudo o que se têm.
As pessoas devem ser libertas. Não mantenha alguém por perto apenas para amá-la pela metade. É melhor dar seu amor a alguém que tenha espaço dentro de seu peito para aceitá-lo, e é melhor descobrir o que seu coração deseja, antes de tentar abri-lo para alguém que nunca vai parar de querer te dar o mundo.





quarta-feira, 17 de maio de 2017

A MAIOR LIBERDADE É SER VOCÊ MESMO

                                                 
Vejo muitas pessoas se queixando de não ter liberdade, mas uma coisa é ser livre; outra bem diferente é saber viver a liberdade.
Somos livres, mas a grande maioria de nós não sabe viver plenamente a liberdade. Fica achando que só será livre depois que sair do colégio, depois que se formar na universidade, depois que conseguir um emprego, depois que passar no concurso, depois que for morar sozinho, depois que ganhar o próprio dinheiro, depois que ficar rico, depois que se aposentar, depois de passar para o lado de lá…
Se alguém se impõe condições, já não pode ser livre, porque se limita, se escraviza ao cumprimento das condições. E ser livre é estar solto igual a uma borboleta ou um passarinho no ar.

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Geralmente a grande maioria de nós confunde liberdade com poder, como se ser livre fosse algo para ser conquistado, mas não dá para conquistarmos o que já somos. Digamos que liberdade é uma questão de descoberta.
Liberdade é algo que se descobre ao dar de cara consigo mesmo, sem a interferência da opinião dos outros, sem os papéis socialmente impostos ou até escolhidos. O que conquistamos é a independência, a capacidade, o poder de fazer coisas por si e de cuidar de si. Mas liberdade não é poder: é ser.
Claro que para sentir-se livre é fundamental ter o domínio de si mesmo, não ser dominável. Mandar em si mesmo, e não ser mandado. Mas isso é algo que depende de exercício, de prática. Já está dentro de todos nós esperando apenas para ser desenvolvido.
A grande maioria de nós pensa que liberdade é conquistar bens, conquistar posição, colecionar pessoas… Esse é o caminho mais certo da prisão!
Liberdade é não precisar de nada para ser livre.
Liberdade é descer do castelo de ilusão e andar descalço pela vida. É olhar com doçura para tudo; até para a dor, sem se deixar prender.
Liberdade é dar asas ao coração, soltar da gaiola os sentimentos e permitir-se amar sem medo. É seguir em frente de olhos abertos e alma sem segredos, sem dissimulações.
A grande maioria de nós pensa que liberdade é ter coisas na mão… Mas liberdade é abrir o peito para abraçar a imensidão! Liberdade é por ser você mesmo, sem usar disfarces !!!!...




domingo, 7 de maio de 2017

Burnout: os sinais da síndrome que é causada pelo esgotamento no trabalho..


Acúmulo de tarefas, cobranças excessivas, perfeccionismo e foco no trabalho como fonte exclusiva de prazer levam ao esgotamento físico e mental. Reconheça os sinais da síndrome de burnout e aja antes de acabar exaurida

É como se o corpo e a mente colocassem um ponto final: “Agora chega!” Um cansaço devastador revela falta absoluta de energia. Todas as reservas estão esgotadas. No trabalho, a pessoa, antes competente e atenciosa, liga o “piloto automático”. No lugar da motivação, surgem irritação, falta de concentração, desânimo, sensação de fracasso. Esses são indícios de uma doença cruel e de difícil diagnóstico que avança nos hospitais, nas empresas, escolas… A síndrome de burnout, ou esgotamento profissional, decorre de stress prolongado no trabalho. O termo em inglês significa estar chamuscado, queimado, calcinado por um fogo que se alastra como numa floresta. “É quando a casa cai”, resume o psiquiatra e clínico-geral Cyro Masci, autor
do livro digital Bioestresse: Novos Caminhos para o Equilíbrio e a Saúde (Amazon). No Brasil, 30% dos profissionais apresentam esse grau máximo de pane no sistema, conforme pesquisa da filial nacional da International Stress Management Association (Isma), que avaliou mil pessoas de 20 a 60 anos entre 2013 e 2014. Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da organização no país, 96% dos atingidos sentem-se incapacitados, o que provoca absenteísmo – para realizar exames e licenças médicas – e presenteísmo, quando se está fisicamente no posto, mas com a mente distante.
O rendimento, claro, cai. “Quem tem burnout trabalha cinco horas a menos por semana”, calcula a psicóloga. E enfrenta maior risco de erros e acidentes de carro, por exemplo, diante da desatenção e da imprudência. Como se não bastasse, há perdas sociais, especialmente na relação com os colegas. “O grupo demonstra solidariedade e até oferece auxílio nas tarefas. Mas, sobrecarregado pelos afazeres do outro, passa a questionar: ‘Como alguém pode ficar doente o tempo todo?’ E o apoio cede espaço à hostilidade”, explica ela. Familiares e amigos também questionam como alguém de aparência normal pode estar tão debilitado. “A tendência é darem conselhos para reagir, o que só piora o quadro”, revela Masci. “Muito exigente consigo, o profissional vai tentar produzir mais, o que intensifica o cansaço e diminui a eficiência. É um ciclo vicioso.”
O termo burnout, que só se aplica no ambiente laboral, foi criado pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger em 1974 para descrever o adoecimento que observou em si mesmo e em colegas. Um relatório feito com base em 20 mil entrevistas, o Medscape Physician Lifestyle Report 2015, divulgado em janeiro passado, concluiu que 46% dos médicos dos Estados Unidos têm burnout. Em 2013, a taxa era de 40%. As categorias mais atingidas são as que lidam com pessoas e se expõem ao sofrimento humano, conforme nota Masci. A síndrome acomete muitos enfermeiros, psicólogos, professores, policiais, bombeiros, carcereiros, oficiais de Justiça, assistentes sociais, atendentes de telemarketing, bancários, advogados, executivos, arquitetos e jornalistas. Com a ala feminina no alvo principal. “Num grupo de mil profissionais, há 540 mulheres para 460 homens com burnout. Elas são mais afetadas porque não se lembram de seguir a orientação das aeromoças: colocar em si mesmas a máscara de oxigênio antes de ajudar os outros. Foi isso que escreveram Sheryl Sandberg, diretora do Facebook, e Adam Grant, professor de administração da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em artigo sobre mulher e trabalho, publicado no jornal The New York Times em fevereiro deste ano. O dado foi obtido em uma análise de 183 estudos sobre diferenças de gênero e burnout em 15 países. Segundo Sandberg e Grant, uma das razões é a expectativa de que as mulheres realizem, além das suas funções, também o serviço “doméstico” do escritório, como atender telefone, tomar notas, servir café e organizar festas, sem serem recompensadas por isso. Quando negam, são malvistas, o que pode prejudicar a carreira. “Se o homem não ajuda, é porque está ocupado. A mulher é egoísta”, mostram. Incapaz de dizer não, ela abraça mais obrigações, até chegar ao ponto crítico da síndrome do burnout.

A escalada ao caos

Três características marcam a doença. A primeira é a exaustão, citada por 97% das brasileiras na pesquisa do Isma. “A sensação é de estar no vermelho, sem recursos físicos e emocionais”, diz Ana Maria. Há fraqueza, dores musculares e de cabeça, náuseas, alergias, queda de cabelo, distúrbios do sono, maior suscetibilidade a gripes e diminuição do desejo sexual; 91% relataram desesperança, solidão, raiva, impaciência e depressão; 85% citaram raciocínio lento, memória alterada e baixa autoestima. A segunda característica, com traços emocionais, liga-se à despersonalização ou ceticismo e distanciamento afetivo. O profissional passa a ter contato frio e irônico com os receptores do seu trabalho e, não raro, torna-se uma presença ranzinza e negativista. A terceira refere-se mais à produtividade, com baixo grau de satisfação pessoal. A pessoa produz pouco e acha que isso não tem valor. A escalada até o caos é progressiva. “Se colocar um sapo na água quente, ele foge. Mas, se aumentar a temperatura aos poucos, ele não percebe e vai se adaptando até que um dia explode”, compara Ana Maria. As mudanças também são graduais e em fases. O sono já não consegue reparar o organismo. “Períodos de excitação se intercalam com horas em que se sentem mortos-vivos”, diz Masci. Na etapa seguinte, a queda no rendimento levanta dúvidas quanto à própria capacidade. Depois, predomina a agressividade. Os hormônios liberados nos ataques de ira (como o cortisol, produzido na suprarrenal) ampliam o risco de diabetes, cardiopatias, doenças autoimunes, crises de pânico e depressão. Por último, instala-se o esgotamento total.

Perfeição, o veneno

O burnout é produto de um mix de fatores pessoais, profissionais e sociais. Entre as causas individuais destacam-se o perfeccionismo, que leva à busca de uma excelência às vezes impossível, e o idealismo em relação à profissão, cobrando um engajamento pessoal para além dos limites. Uma revisão de estudos feita pela equipe da psiquiatra Telma Trigo, no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 2007, apontou ainda competitividade, impaciência, necessidade exagerada de controlar as situações e dificuldade para tolerar frustração, delegar tarefas e trabalhar em grupo. Os fatores laborais que servem de gatilho são: demandas excessivas que ultrapassam a capacidade de realização, baixo nível de autonomia e de participação nas decisões, falta de apoio das chefias, sentimento de injustiça, impossibilidade de promoção, conflitos com colegas e isolamento. “A pessoa nunca é convidada para happy hours e só fica sabendo dos churrascos depois”, exemplifica Ana Maria. Outro fator comum é a sensação de que é preciso contrariar os próprios valores para se dar bem na carreira.

Tratamento

Esse mal é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e pelas leis brasileiras como doença ocupacional. Por isso, admite-se o afastamento para debelar a síndrome. O problema está na dificuldade de diagnosticar – muitas vezes ela é confundida com depressão. Em geral, antidepressivos fornecem certo alívio. Mas o tratamento compreende mais coisas. “Não dá para tomar um remedinho e seguir num ritmo alucinante”, alerta Cyro Masci. É preciso desacelerar. A mudança pode vir por meio de psicoterapia. Meditação e técnicas de relaxamento associadas ao tratamento combatem esse tipo de stress, como demonstrou uma revisão de 58 estudos com 7 188 participantes feita pela Cochrane Library e divulgada em dezembro. Ana Maria adverte que a volta ao trabalho nem sempre é fácil. “O ideal é um retorno gradual, em que as demandas crescem aos poucos”, orienta. O mais importante, porém, se alinha à alteração da postura. Sheryl Sandberg e Adam Grant enfatizam que as mulheres (e os homens) alcançam a melhor performance e experimentam menos burnout quando respeitam as próprias necessidades e limites.

Para fugir da síndrome de burnout

  • Abandone o lema “Meu nome é trabalho”. Não coloque todos os ovos numa cesta só. Diversifique as fontes de gratificação e descubra seus hábitos de prazer. Leia mais, vá ao cinema, curta os amigos e os pets.
  • Faça uma avaliação sobre custo e benefício: o que a atraiu nesse emprego e a mantém aí? A possibilidade de ajudar as pessoas?
  • O salário? Seja qual for a motivação, focalize no que é positivo em vez de olhar os aspectos negativos que, em geral, são muitos.
  • Restabeleça contatos profissionais. Faça networking, procure novas chances no mercado ou em outro setor da empresa se o que você faz, no momento, significa exaustão.
  • Atenção aos sinais emitidos por seu corpo. A exaustão pode ser sintoma de várias doenças, de anemia a distúrbios da tireoide. Na dúvida, consulte um médico. Se for stress, procure desacelerar o ritmo e faça uma coisa de cada vez.
  • Cuide de seu estilo de vida. Alimente- -se bem, em horários regulares, sem exagerar no álcool e na cafeína. Durma o necessário para acordar reanimada.
  • Inclua exercícios físicos na rotina. Eles ativam a circulação, estimulam o metabolismo, energizam e ajudam a administrar o stress.
  • Conte com o apoio da família, dos amigos ou de uma prática espiritual. 





segunda-feira, 1 de maio de 2017

Como você encara os desafios diários ?

O que é mole é mais resistente do que é duro; 
a água é mais forte do que a rocha, 
o amor é mais forte que a violência”
– Herman Hesse
Por que Herman Hesse pensou que o que é mole é mais forte ou resistente do que aquilo que se mostra duro ou rígido? Se agora analisarmos cuidadosamente esta frase do escritor suíço poderíamos concluir que ele estava se referindo à resiliência.

A resiliência é a capacidade que todos temos de nos adaptar e enfrentar as situações menos favoráveis. Um conceito bem conhecido da psicologia, mas pouco explorado pelo ser humano em geral.
A resiliência é uma ferramenta que todos os seres vivos tem à sua disposição, ainda que de formas diferentes.
É uma chave com a qual é possível enfrentar os tempos ruins e sobreviver. Uma invenção maravilhosa da natureza graças à qual, mesmo esticando muito a corda das nossas emoções, não chegamos a rompê-la.
Contudo, parece haver pessoas para as quais resistir ou enfrentar os momentos ruins é mais fácil. Ou talvez o esforço seja o mesmo, mas a atitude seja diferente.
A resiliência é parte de um mecanismo complexo influenciado por muitos outros fatores, como a atitude que adotamos frente a um problema. Talvez por isso algumas pessoas pareçam enfrentar de uma forma diferente, com mais facilidade, as situações conflitantes ou desagradáveis.
Depois de várias pesquisas da psicologia moderna, chegou-se à conclusão de que estas são as características das pessoas resilientes:

1. São capazes de detectar a causa dos problemas

As pessoas resiliêntes colocam em prática as estratégias necessárias para evitar que a situação problemática aconteça de novo. Isto também implica fazer uma autoanálise, já que às vezes o detonador do conflito não vem de fora, e sim do próprio interior.

2. Sabem lidar com suas emoções

As pessoas resiliêntes  são capazes de administrar seus pensamentos, já que toda emoção parte deles. Pensamos, logo sentimos.
As pessoas resiliêntes controlam seus pensamentos para não se deixarem levar pelos que têm uma carga negativa e que, no fim, têm a capacidade de produzir emoções negativas.

3. Mantêm a calma em situações de muita pressão

Todos atravessamos momentos difíceis ao longo da vida e o importante é saber manter a calma quando estes aparecem. As pessoas resiliêntes são capazes de estar centradas e tranquilas quando estão em situações de caos e confusão momentânea.

4. São realistas

Muito se fala sobre o otimismo, mas de forma errada, criando uma ideia geral de que ser positivo implica negar certos aspectos da realidade que são inevitáveis e estão presentes na vida de muitas pessoas.
Ser realista mas sempre esperar o melhor é melhor forma de descrever o otimismo  próprio das pessoas  resiliêntes

5. Confiam em si mesmas

As pessoas resiliêntes sabem do seu valor e da sua competência para superar as adversidades.
O que dizemos a nós mesmos é o que acaba formando a nossa realidade, portanto se acreditamos que somos capazes de superar um obstáculo, certamente este será superado.

6. São empáticas

As pessoas com maior capacidade de enfrentar os problemas de uma forma correta sabem ler as emoções dos outros, compreender o que acontece ao seu redor e agir adequadamente.

7. São capazes de motivar a si mesmas

Nem todas as pessoas são iguais. Algumas se motivam pelos desafios e outras pelas oportunidades de mudança.
As pessoas resiliêntes  sabem encontrar novas formas de obter satisfação na vida. Mantêm a motivação sempre em alta
e são capazes de detectar e atrair coisas positivas para as suas vidas.

8. Não se perguntam “por quê”, e sim “como”

Uma das características chave das pessoas que tendem a se derrubar facilmente frente aos problemas é que se deixam levar por pensamentos de censura, e constantemente questionam por que a situação negativa foi acontecer justamente com eles.
Concentram-se no “por que”, ao contrário das pessoas resiliêntes, que 
 usam a sua energia para entender como podem lidar ou sair dessa situação conflitante.

Você é uma pessoa resiliênte?

Se depois de ler estas características das pessoas resilientes você acha que não é uma delas, é importante ter em mente que a resiliência está presente em todas as pessoas.
Se você começar a olhar as coisas de outra perspectiva, os problemas começarão a ter menos aparência de dramas e mais de desafios que, dependendo das circunstâncias, você poderá inclusive aproveitar.
A chave? A vontade de mudar.

Como lidar com a as frustrações

A dor é inevitável ao ser humano, assim como as frustrações todos em algum momento vamos experiencar  esse sentimento. Porém o que dife...