segunda-feira, 22 de julho de 2013

Transformando o Mundo ao seu redor

A maioria das pessoas já sentiu, em algum momento, um profundo anseio por mudar o mundo. Quando olhamos ao nosso redor e vemos o estado atual em que se encontra a humanidade e, por conseqüência, o planeta, é natural que nos domine um profundo sentimento de impotência.

Se pudéssemos, transformaríamos, num passe de mágica, a realidade ao nosso redor, para uma vida mais justa, amorosa, humana e totalmente harmoniosa.

Entretanto, para que alcancemos este sonho ainda distante, só existe um único caminho: mudar a nós mesmos. Enquanto não conseguirmos atingir um estágio profundo de conhecimento acerca de quem somos e o quanto nossa realidade interior se reflete na exterior, nada poderá acontecer.

Esta é uma triste constatação que pode, apesar disso, se transformar num antídoto contra a desesperança. Iniciemos, pois, o quanto antes, a grandiosa tarefa que nos aguarda: a transformação individual, sem a qual nenhuma possibilidade existirá para que curemos a insanidade em que se encontra mergulhado nosso amado planeta.
Osho,
"Você é o mundo". Esta é uma das colocações de Krishnamurti que causam confusão... Você poderia dizer algo sobre isso?
A colocação de J. Krishnamurti de que "Você é o mundo" não é confusa de maneira alguma. É muito simples... O mundo é apenas um nome; o indivíduo é a realidade.
...Palavras como o "mundo", a "sociedade”, a "religião", a "nação", são meras palavras sem nenhum conteúdo por trás delas - caixas vazias. Exceto você, não existe mundo.
Essa é uma maneira de compreender a colocação: que o indivíduo é a única realidade. E o mundo não é nada mais do que a coletividade de indivíduos, então, seja lá o que for, é uma contribuição de indivíduos... Você não pode jogar a responsabilidade em alguém mais; você tem de aceitar a responsabilidade sobre os seus próprios ombros.

... Você pode ser contra a guerra, pode ser um pacifista, pode ser um manifestante crônico - sempre com uma bandeira protestando contra a guerra, contra a violência.
... Mas a vida é um fenômeno complexo. Os seus protestos, o seu pacifismo, a sua luta contra a guerra ainda é parte da guerra; você não é um homem de paz.
E você pode observar isso quando as pessoas protestam - a sua raiva, a sua violência é tão óbvia que a gente pensa por que essas pessoas estão protestando contra a guerra... Uma boa máscara, mas por dentro está a mesma raiva, o mesmo ódio, a mesma violência, a mesma destrutividade contra qualquer pessoa que não concorda com elas.

... A colocação de J. Krishnamurti de que "Você é o mundo" simplesmente enfatiza o fato de que todo indivíduo, onde quer que esteja, seja lá o que for que faça, deve aceitar a responsabilidade de criar esse mundo que existe ao nosso redor.
Se ele é insano, você contribuiu para essa insanidade da sua própria maneira. Se ele é doente, você também é um parceiro em torná-lo doente. E a ênfase é importante - porque a menos que você compreenda que "eu também sou responsável por esse mundo insano e miserável," não existe possibilidade de mudança. Quem vai mudar? Todo mundo acha que alguém mais é responsável.
... Se estiver sofrendo, se estiver miserável, se estiver tenso, cheio de ansiedades, angústia, não apenas se console dizendo que este mundo é feio, que todos os demais são feios, que você é uma vítima.
J. Krishnamurti está dizendo que você não é uma vítima, você é um criador deste mundo insano; naturalmente, você tem de participar no resultado de seja lá o que for que tenha contribuído. Você está participando em jogar as sementes, estará participando ao colher a colheita também; você não pode escapar.
Para tornar o indivíduo ciente, de forma que ele pare de jogar a responsabilidade nos outros - do contrário, ele começa a olhar para dentro para ver de que maneira ele está contribuindo para toda essa loucura - existe uma possibilidade de que ele possa parar de contribuir.

... Aceitar a sua responsabilidade irá transformá-lo e a sua transformação é o começo da transformação do mundo - porque você é o mundo. Seja lá o quão pequeno for, um mundo em miniatura, mas você carrega todas as sementes. Se a revolução acontece em você, ela carrega a revolução para o mundo todo.
... Se você quiser mudar o mundo, não comece mudando o mundo - essa é a maneira errada que a humanidade tem seguido até agora... Somente uma revolução pode ser bem sucedida, o que não foi tentado até agora - e essa é a revolução do indivíduo.
Mude você mesmo. Esteja alerta para não contribuir com qualquer coisa que torne o mundo um inferno. E lembre-se de contribuir com alguma coisa para o mundo que o torne um paraíso.

... Nenhuma revolução pode ter sucesso a menos que a mente humana seja compreendida pelos seres humanos e eles comecem a se comportar de maneira diferente... Escapar para o Himalaia não vai ajudar porque, mesmo no Himalaia, a sua mente permanecerá a mesma, apenas você não terá a oportunidade de saber disso.
... É um fato simples: as pessoas que escaparam do mundo não acham que são responsáveis por este mundo. Escapando, elas não mudaram o mundo... nem passaram por uma mudança interna nelas mesmas. Por essa razão eu sou contra renunciar ao mundo.

Fique no mundo, seja lá o quão difícil for - porque é apenas no mundo que será lembrado, em cada passo, que tipo de mente você está carregando por dentro. E essa mente é projetada no lado de fora e se torna enorme porque tantas mentes estão projetando da mesma maneira.
"Você é o mundo" não é uma colocação matemática.
"Você é o mundo" é um insight psicológico.
E pode se tornar a própria chave para a única revolução que pode acontecer.




domingo, 21 de julho de 2013

Medo de ficar Só


Se o medo existe, é provável que ele tenha influência em sua vida, porque você sempre agirá de uma maneira para que não fique só, seja qual for o preço que tenha que pagar, mesmo que você tenha que permanecer uma escrava por toda a sua vida. Se você tiver que vender a sua alma, você venderá, mas você permanecerá cercada pela multidão. Isso parecerá aconchegante, seguro, protegido. Você saberá quem é você.

 

Isso destruirá toda a sua beleza espiritual, sua glória espiritual. Isso destruirá todas as possibilidades de seu crescimento interior. E isso vai influenciar seus relacionamentos. Milhões de pessoas continuam em relacionamentos que são simplesmente infernos

; mas devido ao medo de que possam ser deixadas sós, elas continuam agarradas. Isso é miserável, é um grande sofrimento, é uma tortura, mas pelo menos alguém está com você.
Fazendo a comparação, é melhor ser miserável estando com alguém do que ser deixado só.
 
 
Esta é uma das razões porque milhões de pessoas continuam sofrendo
 
e continuam agarradas aos mesmos relacionamentos que
 
não estão lhes dando qualquer alimento e
 
simplesmente são destrutivos e suicidas.
.


A difícil arte de saber se relacionar com pessoas difíceis




 Não podemos mudar as pessoas, mas podemos mudar nossa maneira de encará-las… Perder a calma é a coisa mais fácil do mundo, mas a menos proveitosa. Não resolve e estimula quem é difícil de se compreender. Perdoar e compreender suas razões, sim, nos traz serenidade, é sábio, é libertador, é terapêutico, cria espaços para alegrias, nos sentimos autênticos e assertivos.

Veja aqui o comportamento de pessoas que são difíceis de se relacionar:

O DISSIMULADO
Diferente do “impulsivo” que explode, põe a raiva pra fora, depois se acalma e vem conversar como se nada fosse. O dissimulado não é assim. Ele não explode “por fora”. Explode “por dentro”. A palavra correta seria “implode”. Ele mantém tudo guardado dentro de si e arma ciladas para quem não gosta e, o pior, pelas costas para que ninguém perceba que foi ele quem armou para prejudicar aqueles com quem não se simpatiza. Com vários sorrisos à nossa frente, ele é capaz de ser cruel por trás. Geralmente, não costuma ir direto ao ponto, fica dando voltas… Seu tom de voz é meloso, mas se você reparar vai perceber que isso não é natural. É fingido. Sua postura também não é natural. Ele mais parece estar num palco representando um personagem do que participando da vida.

Existem três maneiras de lidar com o dissimulado.
Evite fazer parte do seu círculo de relações, mantenha-se bem longe dele.
Responda suas perguntas com evasivas ou diga que prefere não tocar em assuntos que são só seus. Ele vai insistir um pouco, mas depois desistirá.
Se o dissimulado tiver que conviver com você, o melhor a fazer é falar sobre ética, responsabilidade mútua, sinceridade. Se perceber alguma artimanha, desmonte-a; se flagrar mentiras, desmascare-as. Tudo com muita calma e muita classe. Ele pode continuar a ser dissimulado, mas vai saber que com você isso não funciona.

O ARROGANTE
Fácil de identificar: nariz empinado, expressão de desdém, olha todo mundo por cima, como se fosse um ser superior. Procura manter a voz mansa, controlada. Na verdade, ele usa a arrogância como forma – doentia - de afastar a sua própria insegurança. Acha suas próprias idéias e opiniões muito mais importantes do que as outras pessoas. Pensa que é o centro do universo.

Como lidar com pessoas assim:
O arrogante é inseguro e tem auto-estima baixa. Evite discussões, porque isso reforça esses sentimentos e o torna ainda mais arrogante. Quando ele passar dos limites, diga-lhe isso com carinho e firmeza. Peça para reconsiderar sua atitude. Quando sua arrogância estiver em alta, afaste-se o máximo que puder, lembre-se de que esse tipo de comportamento é uma armadura, uma defesa que o arrogante pensa que tem. Perdoe-o por isso. Não se deixe abater por ele.

O EGOÍSTA
A gente logo conhece o egoísta: só pensa nele, comporta-se como se fosse a única pessoa do mundo. Não se importa com ninguém, quer sempre levar vantagens a ponto de esquecer a pessoa que está ao seu lado. É também vingativo; acha normal “castigar” aqueles que não se rendem à sua vaidade. Faz isso para humilhar o outro.

A tática para lidar com pessoas assim é semelhante à do dissimulado.
Abra o jogo, fale com sinceridade sobre os problemas que encontra em se relacionar com ele. Se mesmo assim não der resultado, aprenda a não se estressar, escute por um ouvido e solte pelo outro. Um dia o egoísta se “toca”.

O AUTORITÁRIO
O autoritário faz o possível para esconder suas verdadeiras intenções. Ele demonstra isso na voz e nos gestos; fala alto como se fosse uma pessoa determinada e segura, mas na verdade faz isso para tentar intimidar a pessoa. Os gestos são contidos, poucos e pequenos… não acolhem o outro. Ao contrário, quer impor-lhe um caminho. Só fala a linguagem da imposição. Na verdade, falta confiança nele mesmo e julgar-se acima dos demais lhe dá a ilusão de autoconfiança.

É importante evitar confrontações com ele. Quando se sentir humilhado e magoado, olhe para a pessoa nos olhos e procure transmitir carinho, simpatia e confiança. Lembre-se de que ele não sabe acolher ninguém. Demonstre compreensão. Mas mostre com palavras e atitudes que o relacionamento seria muito melhor se ele o respeitasse, assim como você o respeita.

O CONTROLADOR
O tipo controlador chega com perguntas inocentes, buscando informações para controlar a sua vida. Quando conhece as fraquezas e vulnerabilidade da pessoa, passa a usá-las contra a própria pessoa, pelo simples prazer de exercer o controle. Isso lhe dá o falso sentimento de poder. Ele controla as pessoas somente para “entregá-las” a outras. Não se incomoda de inventar mentiras para prejudicar sua vítima. Como o egoísta, ele pode ser também terrivelmente vingativo.

Ter pessoas assim por perto é o mesmo que sentir-se vigiado o tempo todo por olhos invisíveis. Não dê importância ao controlador, não reaja. Aja! Faça o que precisa ser feito sem se importar com a vigilância. Não lhe dê informações que ele poderá usar a qualquer momento contra você. Não lhe confie segredos.

O DOMINADOR
Essa necessidade de mando revela insegurança íntima, coisa que o dominador jamais reconhecerá. Ele se julga forte, imbatível, quase um semideus. Por esse motivo acha que tem o direito de controlar as pessoas, para que elas façam o que ele quer. Esse tipo gosta de fazer perguntas, tem um ar sedutor e, quando contrariado, mostra sua raiva querendo se impor ainda mais. O dominador não reconhece o outro como possuidor de direitos porque acha que só ele os tem. E convencê-lo do contrário é impossível. É potencialmente destrutivo. Perto dele não há criatividade que floresça nem novas idéias que sejam respeitadas. Você pode fazer o melhor projeto do mundo que ele não reconhecerá as qualidades nem do que você fez nem as suas. É como um túmulo: enterra todas as boas intenções.

Para lidar com pessoas assim demonstre a sua segurança e o que vale pra você é o modo como você pensa e como age. Não lhe dê importância alguma, não permita que ele o domine. Afinal… você é você e não ele!

Musica Espiritual (Mantra)


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Crescimento Pessoal


Temos uma tendência de esperar um elemento externo que nos faça florescer, quando na verdade deveríamos enxergar o florescimento de dentro para fora.

Temos que encontrar as sementes dentro de si mesmo, os valores, as virtudes, as forças que sabemos que temos, mas estão guardadas em algum canto, e é que preciso achar.

Imagine apenas o gosto pela aprendizagem, conhecer coisas novas, aprender a resolver os problemas.

Assim como damos o primeiro passo e mal acreditamos como conseguimos fazer isso do nada, além de encantar a família toda, temos que manter acesa essa competência, essa força interna.

Quantos caminhos são revelados quando nos abrimos com energia para aprender as novidades. Quantas pessoas maravilhosas conhecemos, quando nos abrimos para aprender com elas.

A curiosidade, tão presente
presente nas crianças e essencial para os adultos de qualquer idade é também uma força que nos faz florescer de dentro para fora.

Nem é preciso que algo externo aconteça, nem é necessário uma festa ou um presente. Podemos desabrochar por si só, assim como a flor que recebe a luz, a energia, e mostra tudo que pode fazer sozinha.

Quantas coisas boas podemos fazer já, sem que ajuda alguma venha de fora.

Podemos sentir a generosidade e a compaixão tomar conta e ficar pronto para ajudar.

Podemos meditar, nos acalmar e estar pronto para longas empreitadas.

Exercitar a compreensão, colocando a empatia para trabalhar, e assim nos colocar em posição adequada e saudável nos relacionamentos.

Acredito que conseguimos nos tornar uma pessoa melhor simplesmente com uma introspecção profunda e honesta.

Olhar com olhos compassivos todos os conflitos que enfrentamos no cotidiano, deixando espaço para soluções, entendimentos e bem-estar.

Quem sabe não somos nós mesmos, as flores que tanto desejamos no nosso jardim.

 

 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Poder transformador do Amor incondicional

O PODER TRANSFORMADOR DO AMOR

E
xistem transformações, quando tudo começa no amor

Sentimento esse que não quer saber em vê, nem muito menos perder

Este sim, quer lutar por aquilo que se chama ideal

Que antes era chamado de sonho,

E que agora se transformara em concretização.
 

Não sabemos explicar o motivo para tal poder

Talvez seja melhor olharmos no espelho e ver que somos a criação

Criação que nem para todos agrada

Mas para Alguém fazer com tão grandiosa perfeição

É evidente que foi feito com uma infinita afeição.
 

Pelo amor, um pai foi capaz de dar seu único filho para morrer

Por um mundo que não foi capaz de reconhecer

Mas mesmo assim, tal filho não reclamou
Preferiu sua vida ceder

Para fazer com que nós um dia, pudéssemos viver.  

Tamanha é a força quando amamos não só a nossa própria vida

Mas quando a compartilhamos com o próximo

Um simples gesto de ajudar

Colabora para um gratificante sorriso dizer

O quanto é preciosa a vida quando temos alguém para agradecer.
 

Não importa a descendência, cor, ou o que seja

O que é valioso, todos temos e aprendemos a cada segundo

Amar, o que ninguém pode comprar

Sendo feliz e encontrando ‘dádivas’ ao caminhar

Pessoas que para sempre iremos conosco levar.
 

Seja em qualquer momento de aflição
Não conseguimos nos sentir sozinhos,

Pois sentimos a presença de um amor onisciente, onipotente e onipresente:
O amor que transforma,
o amor de DEUS!

terça-feira, 16 de julho de 2013

O Inevitável encontro consigo......



É difícil assumir que as escolhas são nossas, que o problema não é o outro e sim nós mesmos. Temos que ter em mente que amar alguém não se aprende nos livros, não existe fórmula, não vem no nosso DNA, não se nasce sabendo, se aprende no dia-a-dia, (con)vivendo, errando, acertando e, principalmente, se amando.

Temos medo de entrar no nosso “Universo Particular”, temos medo de nos questionarmos, de analisar por que agimos ou reagimos de uma forma agressiva ou até mesmo indiferente. E se as perguntas já causam medo, imagine as respostas. Sendo assim, não fazemos nenhuma coisa e nem outra; e continuamos superficiais e vítimas do mundo. Se não estivermos dispostos a usar nosso potencial cerebral para sermos mais do que “papagaios de TV”, nada vai mudar. Muitos problemas que enxergamos nos outros estão na nossa incapacidade de reconhecer que também somos assim.


           
Como disse Augusto Cury, se o Eu da própria pessoa não tiver consciência da necessidade de mudança e não atuar como autor de sua história, todo esforço do mais hábil psiquiatra ou psicólogo, terapeuta
ou até das pessoas próximas será completamente impotente diante de um EU inativo, que não utiliza seu potencial de questionamento, reflexão e de querer ser mais.
            Trabalhamos incansavelmente para criar uma fachada, máscaras, uma persona, para que ninguém descubra nossos desejos mais obscuros, nossos pensamentos mais sombrios, impulsos e histórico pessoal. É neste esconde-esconde nos perdemos na nossa própria escuridão. Só que ao Só que ao mesmo tempo, como disse Debbie Ford no livro Efeito Sombra, nossa persona nos convence de que não há nada que desconheçamos a nosso respeito – de que somos de fato, a pessoa que vemos no espelho e acreditamos ser. No entanto, uma vez que compramos a história de “esse é quem sou”, fechamos a porta para qualquer outra possibilidade e negamos a nós mesmos tudo o que poderíamos ser. Perdemos a liberdade de ser quem, de fato, queremos ser porque não conseguimos fazer nada fora do âmbito da personalidade que estamos encenando. A persona previsível que construímos agora está no controle. Tornamo-nos cegos às imensas possibilidades de nossa vida. Somente quando pararmos de fingir ser o que não somos – quando já não sentimos a necessidade de esconder ou compensar por nossa fraqueza ou nossos talentos – conheceremos a liberdade de expressar o verdadeiro Eu, tendo habilidade para escolher com base na vida que verdadeiramente desejamos viver. Quando rompemos esse transe e já não nos preocupamos se somos adequados, nem tememos o que as pessoas pensam de nós, podemos nos abrir e aproveitar as oportunidades que poderiam passar despercebidas quando estamos encurralados em nossa história, por trás de nossa máscara, em nossa escuridão.           

Debbie Ford disse que sem perceber, nos posicionamos para provar que somos mais, melhores ou diferentes que o restante, ou tentamos ficar invisíveis para nos adequar sem chamar atenção, chegando até a própria anulação. Esforçamo-nos para criar a persona que acreditamos que nos trará a aprovação e o reconhecimento que desesperadamente precisamos ou, de modo alternativo, nos dê uma desculpa para não viver na íntegra uma vida que amamos. E vamos nos desconfigurando, nos fragmentando, rompendo com nosso Eu, até que um dia a casa cai.

Para que possamos estar em constante contato conosco precisamos exercitar a filosofia - a pensar, a duvidar das nossas crenças, a criticar de forma construtiva nossos comportamentos e construir uma visão positiva de nós mesmo e uma vida que esteja pertinente aos nossos desejos, pensamentos e sentimentos. A mudança é uma prova de amor para o nosso Eu. É o reconhecimento de que podemos mais, de que somos mais e de que merecemos mais

 

 




sábado, 13 de julho de 2013

COMO RECOMEÇAR DEPOIS DO FIM DO RELACIONAMENTO

REGRAS DE OURO.....


O Fim de relacionamento podem ser difíceis e dolorosos, mas é importante lembrar que o fim de um namoro não é o fim do mundo. Às vezes, pode até ser algo bom, pois te dará a chance de reavaliar sua vida e talvez fazer com que você encontre alguém que tenha mais a ver com você. A verdade é que você pode seguir a sua vida depois de um rompimento, independentemente do quão ruim tenha sido a experiência.

  1. Dê um tempo para você se curar, se recuperar. Lembre-se de que o tempo cura todas as feridas. Jogue fora fotos, presentes e quaisquer recordações que você associe ao seu ex. É natural entrar em negação, mas esforce-se ao máximo para resistir à tentação de telefonar para o ex e pedir para voltar. O período imediatamente após ao término é quando você está mais vulnerável, então tome cuidado para não acabar voltando o namoro e perceber que cometeu um erro. Evite armadilhas como afogar as mágoas no álcool. Ao contrário, canalize suas energias para atividades positivas que façam você se sentir bem consigo mesma.
  2. Cerque-se de amigos e pessoas queridas. Fale sobre como você está se sentindo e deixe que a confortem e aconselhem. Um rompimento pode ser uma experiência muito solitária, por isso cercar-se de pessoas em quem você confia Términos e ama ajudará a apagar um pouco essa solidão. Não tente lidar com a experiência completamente só. Saia, conheça novas pessoas, reconstrua antigas relações, faça conexões e mergulhe em situações sociais. Mantenha-se ocupada fazendo coisas que gosta em companhia de pessoas queridas. Não se alimente do passado.
  3. Saia e se divirta. Não fique em casa de mau humor, porque isso só fará com que você se sinta ainda mais infeliz. Reúna um grupo de amigos e saia para se divertir. Faça algo legal e excitante como sair para dançar ou fazer uma maratona de bares. Planeje um fim de semana na praia, um acampamento ou uma saída rápida da cidade. Sair com amigos a lembrará que estar solteira pode ser tão divertido quanto estar num relacionamento. Também a ajudará a não ficar pensando no ex.
  4. Tire algum tempo para si mesma e suma do mundo por um tempo. Use esse tempo para pensar sobre a vida e suas expectativas em relação ao futuro. Aproveite este tempo para realizar atividades relaxantes como ler, tomar longos banhos de banheira, se tiver, assistir a filmes ou se entreter com seu passatempo favorito. Basicamente, use esse tempo para fazer o que a deixa mais relaxada e calma. Limpe sua mente de todos os sentimentos negativos para se ajudar a, paulatinamente, abandonar a amargura que tenha ficado.
  5. Comece a sair com outras pessoas. Depois de ter se concedido um tempo adequado para superar seu último relacionamento, pense em voltar aos encontros. Permita-se se apaixonar de novo e aproveitar o início de uma nova relação. Tenha cuidado para não apressar as coisas e dê tempo para que esse novo parceiro entre em sua vida. Tome cuidado para não ser consumida por esta nova união, ou por qualquer outro relacionamento - a gente nunca sabe quando um rompimento pode acontecer.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

10 dicas para superar o fim do namoro


Terminar um relacionamento e dar a volta por cima não costuma ser tarefa fácil nem para as celebridades. Aquela cena dos filmes americanos sobre o choro pós-namoro, com direito a lenços de papel espalhados pela cama, potes de sorvetes e tabletes de chocolates é válida apenas para um dia. Para quem está decidida em por um ponto final no romance, a principal dica é manter o pé firme e aguentar qualquer tentativa de volta.

Caso esteja complicado seguir adiante e o término foi recente, segue algumas dicas para superar o fim do namoro. Confira:

1 - Viva as emoções

Antes de botar um fim definitivo no namoro, tenham uma boa e velha DR. Conversem sobre tudo que se passou entre o casal, sem acusações, mas com argumentos que incentivarão a evolução de cada um. Bote para fora tudo o que sente e deixe bem claro o motivo do fim. Caso tenha tomado um fora, explique como se sente e não tenha vergonha de se expressar. è melhor chorar tudo  de uma vez do que chorar aos poucos

2- Fique sem ver o ex por um tempo

 

Entenda de uma vez por todas que a regra número 2 para quem quer dar um fim em uma história de amor, sem dores de cabeça, é ficar um tempo sem ver o ex. Assim será possível desintoxicar dos anos vividos e guardá-los como boas lembranças. Ver o ex com frequência, além de criar esperanças para ambos os lados, desenvolve um vínculo não agradável e situações – como o ciúmes – que serão corriqueiras e futuramente incontroláveis

3- Se puder, dê um tempo nas redes socais

Uma pesquisa feita pela Western University (Canadá) revelou que 88% dos usuários do Facebook acessam o perfil de seus respectivos ex-namorados e 52% assumiram que ficam com ciúmes das fotos publicadas no mural dos antigos namorados. Por isso o Facebook, Twitter e até o saudoso Orkut é um prato cheio para cair em um bad romance. Para não se tornar uma stalker profissional, determine um prazo longe das redes, por exemplo, um mês e cultive o outro lado da vida.

4 - Leia um livro

Já percebeu que o pior inimigo de quem precisa ficar longe do ex é a mente? Por isso, ocupe-a da melhor maneira possível. Não troque a vontade de vê-lo por um hábito novo, mas sim, ocupe a mente com outros interesses seus. A leitura é uma ótima pedida, afinal, dá para desencanar do roteiro real e viver outra história e até mesmo entender melhor o que se passa na própria vida, baseada nas histórias lidas.

5 - Ligue para uma amiga

Quando a saudade for forte e a vontade de ver o ex for maior ainda, ligue para uma amiga. Prefira aquela que acompanhou o relacionamento por mais tempo e que vai entender sem julgamentos o que se passa no momento. Desabafe mesmo, ela vai entender perfeitamente seu lado. Só não vale ligar todos os dias, afinal
ela não é sua psicóloga, mas sim, sua amiga.

6 – Segure-se antes do próximo relacionamen

Com o tempo, após o fim do namoro, todo mundo sabe que bate uma carência. É ai que mora o perigo. Nada de trocar uma paixão antiga, por uma nova paixão. Às vezes, aparece aquele amigo legal que de repente nem se sente atraída, mas por estar fragilizada acaba se envolvendo demais. Depois do fim de um namoro é normal ficar frágil e assim se apaixonar facilmente também. O ruim disso é substituir as emoções e até comparar as atitudes do atual, com o ex. Não é saudável, seja verdadeira consigo mesma.

7 - Trabalhe a auto  estima 

Ficar triste  por dentro, transparece por fora. Por isso, dê um trato no visual! Se estiver insatisfeita com o peso é hora de investir em uma nova dieta, mude o look, invista naquele esporte que sempre teve vontade, compre uma roupa nova, etc. Nenhuma mulher resiste a mimos, não há humor que não melhore!

8- Desacredite nas falsas esperanças

Ninguém quer deixar o posto de ex, para ser step de ninguém, certo? Portanto, aquela ligação de madrugada, a mensagem no celular que o ex mandou só para saber se está tudo bem, pode ser até fofo, mas deve acabar ali, sem resposta. Isso vale também para você, mocinha! Nada de ficar pedindo ajuda para ele, ou ligando quando bater a saudades. Enquanto os dois lado não estiverem prontos para se ver, qualquer olhar

43 é uma bomba relógio.

9 - Faça uma reavaliação do namoro

Depois de um tempo, reflita os momentos vividos a dois e faça uma autoavaliação sua perante o namoro acabado. Veja quais foram os pontos mais frágeis e como agiria se fosse atualmente. Lembre-se que não é para cair na tristeza, ou nostalgia. A autoavaliação está longe de ser um túnel do tempo ao antigo namoro!  É um exercício para evoluir seus atos e ver fora da situação o namoro como um todo.

10 – De quem é a culpa?

Tentar remoer o que já aconteceu só piora as coisas. No namoro, só o casal realmente sabe o que aconteceu durante o período juntos. Se existiu alguma coisa a qual te magoou, supere e continue a vida para frente. Não adianta ficar tentando saber quem errou e esclarecer mais ainda o que já acabou. A vida continua!

 

 

COMO IDENTIFICAR UM HOMEM PROBLEMÁTICO E SEM AUTOESTIMA

a Pessoas sem autoestima em geral são problemáticas. Ou seja: Tornam-se motivo muito mais de dissabores que de felicidades para aque...