segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Reflexão........O VALOR DAS PEQUENAS COISAS



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O VALOR DAS PEQUENAS COISAS


Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam.
Em cada desatenção, não sou nem educado, nem cristão.
Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado.
Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo.
Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo.
Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido.
Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu.
Em cada omissão que pratico, rasgo uma folha do evangelho.
Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste.
Em cada oração que não faço, eu peco.
Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora.
Em cada fofoca que faço, eu peco contra o silêncio.
Em cada pranto que enxugo, eu torno alguém mais feliz.
Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida.
Em cada sorriso que espalho, eu planto alguma esperança.
Em cada espinho, que finco, machuco algum coração.
Em cada espinho que arranco, alguém beijará minha mão.
Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém!
Roque Schneider

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Enfrentando o medo, filtrando emoções

As perguntas que me fazem com mais freqüência referem-se às emoções. Muita gente procura livrar-se de emoções difíceis como raiva, medo e mágoa, e buscam emoções mais agradáveis como alegria, felicidade e êxtase. As estratégias comuns para obter felicidade envolvem tanto a repressão como a expressão das emoções negativas na esperança de serem tiradas de vista ou descartadas. Infelizmente, nenhuma dessas estratégias reflete a verdade do nosso eu inerente, que é uma inabalável pureza de ser, que existe mais fundo do que qualquer emoção e permanece inalterada por qualquer emoção.

Certamente há momentos em que é adequado reprimir ou expressar uma emoção. Mas há também uma outra possibilidade: nem reprimir nem expressar. Chamo a isso de “vivência direta”.

Vivenciar diretamente uma emoção não é negá-la nem chafurdar nela, e isso significa que pode não existir nenhuma história dela. Pode não existir um enredo sobre com quem ela está acontecendo, por que está acontecendo, por que não deveria estar acontecendo, quem é responsável ou a quem se deve culpar.

Em meio a qualquer emoção, supostamente “negativa” ou “positiva”, é impossível descobrir-se o que está no âmago. A verdade é que, quando você realmente vivencia uma emoção negativa, ela desaparece. E quando você verdadeiramente vivencia uma emoção positiva, ela cresce e é interminável. Portanto, relativamente, há emoções negativas e positivas, mas sob investigação, só há positivas: eis a positividade que é a consciência absoluta. Como na nossa cultura não há muito que confirme esta revelação espantosa, passamos nossas vidas em busca de emoções positivas e fugindo das emoções negativas.

Quando você experimenta completamente uma emoção negativa, sem história, ela cessa de existir instantaneamente. Se você achar que está vivenciando completamente uma emoção e ela continuar bastante intensa, então reconheça que ainda há alguma história que se está contando sobre ela – como ela é grande, como enfim você conseguirá se livrar dela, como ela sempre volta, como é perigoso vivenciá-la. Qualquer que seja a história do momento, são infinitas as possibilidades de adiamento da vivência direta.

Por exemplo, quando você está irritado, a tendência comum é fazer algo para livrar-se da irritação ou colocar a culpa em si mesmo, em alguém ou em alguma outra coisa como causa da irritação. Então, começam a se desenvolver os roteiros da irritação. Na verdade, é possível não se fazer nada com a irritação, não a arredar da consciência ou tentar livrar-se dela, mas vivenciá-la diretamente. No momento em que surge a irritação, é possível simplesmente ficar completa, total e livremente irritado, sem expressá-la ou reprimi-la.

Geralmente, a vivência direta revela freqüentemente uma emoção mais profunda. A irritação seja talvez uma ondulação na superfície. Mais fundo do que a irritação pode estar a raiva ou o medo. Mais uma vez, o objetivo é não se livrar da raiva ou do medo nem os analisar, mas vivenciá-los diretamente. Se sob a irritação se revelarem o medo ou a raiva, deixe que a sua consciência se aprofunde; deixe-se estar absoluta e completamente com raiva ou com medo, sem expressar nem reprimir.

O medo freqüentemente é o maior desafio, porque ele é o que habitualmente a maioria das pessoas procura manter afastado. É claro, quanto mais tentam mantê-lo afastado, mais ele aumenta e assombra.

O que estou sugerindo é que você possa abrir-se de verdade para o medo; possa experimentar ficar com medo sem precisar sequer dizer que está com medo e sem seguir nenhum pensamento de estar com medo. Você pode simplesmente vivenciar o medo em si.

Quando falo em vivenciar diretamente o medo, não estou falando do medo fisiologicamente adequado. A resposta ao perigo, à luta ou à fuga fisiológica é natural e própria do organismo humano. Está geneticamente programada no corpo para a sua sobrevivência. Por exemplo, é conveniente sair do caminho de um ônibus que se aproxima. Mas os medos que sugiro sejam diretamente confrontados, por inteiro, do início ao fim, são os medos psicológicos, os medos que mantêm nossa energia desnecessariamente atrelada à proteção e defesa, como o medo da dor emocional ou os medos da perda ou da morte. Quando, ao invés de resistir ou fugir a ele, se acolhe um medo psicológico, este freqüentemente revela uma emoção ainda mais profunda.

Sob o medo pode revelar-se uma profunda tristeza ou mágoa. Isso também pode ser vivenciado direta e completamente sem necessidade de uma historinha. Se você estiver disposto a experimentar essas camadas emocionais até o fim, finalmente deparará com o que parece um abismo profundo. Esse abismo é o que a mente percebe como o nada, o vazio, a vacuidade, o ninguém. Eis um momento importante, pois a vontade de ser absolutamente nada, de ser ninguém, é a vontade de ser livre. Todos esses outros estados emocionais são camadas de defesa contra esta vivência do nada – a morte de quem você acha que é. Uma vez derrubadas as defesas, uma vez aberta a porta, pode-se acolher completamente este nada que foi temido. Esta acolhida é a revelação da verdadeira auto-investigação, que revela a gema secreta da verdade que esteve oculta no âmago do seu próprio coração o tempo todo. O diamante descoberto é você.

Esta é uma descoberta imensa, mas você terá de descobri-lo por si. Se estiver disposto a vivenciar profunda e completamente qualquer estado emocional, você descobrirá no seu núcleo a mesma consciência imaculada que se encontra consigo mesma tanto como vivenciador quanto como vivenciado. Se puder descobrir esta verdade de primeira mão, você será libertado da fuga dos estados supostamente negativos e da busca dos supostamente positivos. Você se libertará tanto da rejeição como do apego ao que é intrinsecamente impermanente. Você estará liberto para verdadeiramente encontrar-se consigo mesmo e regozijar-se nesse encontro.

Qualquer emoção que surja na consciência pode ser completamente acolhida pela consciência, sem precisar esconder-se em histórias ou análise. Na sua disposição de não seguir os mecanismos da mente, mas de apenas ficar quieto e vivenciar qualquer emoção que surja, você verá que ela não é nada. As emoções se mantêm compostas pelo pensamento, quer esse pensamento seja consciente ou inconsciente.

Você tem o poder de parar simplesmente e dizer: “Medo, raiva, mágoa, desespero – tudo bem, venham”. Quando você diz “Tudo bem, venham” e você realmente quer dizer isso mesmo e está verdadeiramente aberto, a emoção não pode vir porque nesse momento você não conta uma história sobre ela. Eu o convido a verificar isso por si mesmo. O medo, a raiva, a mágoa só existem quando vinculados a uma história! Sim, isso é incrível, é simples, porém uma descoberta profunda e enorme! Na verdade você pode reconhecer que aquilo de que você foge, em realidade, finalmente não existe, e aquilo que você procura já está sempre aqui.

Quando Colombo e outros exploradores descobriram o “Novo Mundo”, todos eles voltaram e disseram: “Há muito mais coisas lá fora do que sabemos, a terra não é plana”. Mas muita gente respondeu: “Ah não, eu não vou lá. Os demônios marinhos vão me pegar. Eu vou cair da terra”. É com esse mesmo primitivismo que enxergamos nossas emoções. Se você estiver disposto a cair da beira da terra, verá que você mesmo sustenta a terra e não pode “cair de” si mesmo; só pode se aprofundar mais em si mesmo.

Na extremidade oposta do espectro, particularmente na subcultura espiritual ocidental, as pessoas estão bastante abertas a vivenciar suas emoções, porque isso lhes dá um sentido de profundidade e de liberdade. Mas isso pode se tornar uma capa para o medo de vivenciar qualquer emoção que seja. Definir-se como um ser emocional talvez seja um passo mais profundo do que você se definir como um ser puramente mental, mas assim não se terá percorrido todo o caminho para casa. O que você evita ao definir-se como um ser emocional é a ausência de emoção, o nada, a vacuidade. Uma vez que tenha experimentado a pura vacuidade, você sabe diretamente que quem você é não se pode definir por nenhum estado mental ou emocional, e este saber é liberdade.

Quando você não se define por estados emocionais, as emoções são livres para surgirem, porque elas não significam nada sobre quem você é. Você sabe diretamente que todos os estados simplesmente passam pelo espaço puro que é a sua verdadeira natureza.

Convido-o a percorrer todo o caminho até o coração do puro ser, não para se livrar de alguma emoção, não para dramatizar ou glorificar alguma emoção, mas para descobrir o que cada emoção exige, para morrer para quem você pensa que é antes que morra quem você pensa que é."

Quando a vida fica morna.


Nos somos criadores da nossa própria realidade, o fluxo da nossa abundância ou falta dela começa dentro do nosso ser, é ai que se encontram as chaves do verdadeiro sentido que damos à nossa vida.”

O sentido da vida…mude de atitude e conquiste a sua felicidade. Sinta-se uma pessoa útil para a sociedade e seja o exemplo que gostaria de ver

Falar sobre o tema, “sentido da vida” pode suscitar muitas dúvidas na maioria das pessoas visto que há uma grande dificuldade em entender profundadamente este assunto. O “sentido” que cada pessoa atribui à essência da vida e da nossa existência pode ser abordado das mais variadas formas e cada pessoa tem uma visão muito valida sobre a forma como dá sentido à sua vida. Quem somos nós para dizer qual o verdadeiro “sentido da vida” e porque razão esta visão seria mais válida que qualquer outra visão?? Afinal de contas estamos todos num processo evolutivo e a cada degrau desse processo temos acesso a uma diferente visão sobre o “o sentido da vida” que tinhamos anteriormente.

No entanto,  sabemos que, quando nos sentimos desorientados e perdidos, nos falta uma razão, um sentido, uma direção que nos faça sentir aquilo que todos desejamos sentir, amados, felizes, reconhecidos e bem sucedidos. E se queremos melhorar a nossa vida temos de nos questionar sobre o sentido que estamos à nossa vida.

Questione-se sobre a utilidade que tem a forma que vive a sua vida e o que acrescenta de novo e diferente ao mundo

Se nos questionarmos, vamos concluir que as pessoas que fazem o que gostam, que sabem para onde querem ir, sabem o que querem fazer, escolhem estar apenas com quem as valoriza são pessoas que sentem que tem utilidade na sociedade e são pessoas mais tranquilas e realizadas. No entanto muitos de nos achamos que temos de sofrer em empregos que não gostamos, estar com pessoas que nos tratam mal e viver situações que nos esgotam. No entanto, se verificarmos, fomos nós que nos direcionamos nesse sentido, e se quisermos mudar a vida e ter uma vida que nos faça sentido, é necessário analisar o tipo de pessoa que somos, quais as áreas que nos especializamos, como pensamos, como tratamos os outros e a nós mesmos e chegar a uma conclusão. Se queremos mudar de vida e dar um novo sentido à vida, é necessário, em primeiro lugar fazer um balanço profundo, sobre quem somos, o que fazemos, o que queremos e depois começar a fazer mudanças pequenas, tomar decisões que nos ajudem a mudar de vida, de emprego, de ciclo de amigos, e escolher aos poucos criar uma nova vida que traga outra paz e nos faça sentir pessoas úteis, amadas e realizadas.

As pessoas que dão maus exemplos sente-se um peso na sociedade e tornam-se as pessoas mais criticas e negativas

Na generalidade, o ser humano vive um quotidiano tão cheio de padrões negativos repetitivos e monótonos, e na maioria dos casos nem param para se questionar sobre o que andam a fazer, como o fazem e qual o sentido real do que fazem, dizem e pensam. apenas reagem impulsivamente a estímulos exteriores, na maioria das vezes com extrema negatividade e agressividade, acusando o mundo de todos os males da sociedade e quase nunca estas pessoas dão um bom exemplo e nem por isso são úteis ou dão qualquer contributo para um mundo melhor. O sentido crítico sobre tudo o que é exterior a si mesmos sempre esteve apurado, observar o que está errado no exterior é uma prática muito comum no ser humano, mas que não tem qualquer utilidade para a sua própria felicidade. O tempo que se “perde” a analisar o exterior, é tempo que poderiamos estar a direcionar para repensar qual o sentido que estamos a dar à nossa vida, se o rumo que estamos a seguir corresponde a uma satisfação interior e nos transmite entusiasmo e tranquilidade por estarmos a sentir-nos seres úteis.

Porque razão o Ser humano resiste a tudo o que  lhe poderia fazer bem, e tão rapidamente se entrega a comportamentos nocivos e completamente destrutivos. O ser humano insiste em viver relacionamentos que o diminuem, e consome tudo o que é substâncias que os matam, prejudicam-se a si mesmos e inferioriza-se perante os outros. Educa os outros a tratarem-no como se não tivesse valor, proferindo palavras depreciativas sobre si mesmo.

O sentido que a nossa vida tem, é o sentido que lhe atribuirmos pelo tipo de atitudes, pensamentos e vivencias decidimos ter

Assim, é muito normal que ao criarmos uma aura à nossa volta de escuridão, é normal que as pessoas positivas, empenhadas, boas pessoas, alegres, com boas ações, um verdadeiro exemplo para a sociedade se mostrem fechadas a dar acesso a todo o tipo de pessoas negativas, visto que a negatividade é como uma toxicidade que contamina tudo o que rodeia e não se deixa contagiar pela pureza. Assim, que se envolve de maledicência, maus pensamentos, más atitudes irá magneticamente atrair empregos com chefias que se identifiquem com esses mesmos padrões, atrai também “amigos” e outros tipos de relacionamentos dentro dos mesmos padrões que irão trazer à pessoa um espelho de quem ela é realmente. No entanto como apenas observamos o exterior, dificilmente nos apercebemos de que é a nossa vida que carece de sentido, achando que é o mundo inteiro o culpado da nossa vida carecer de falta de sentido, de beleza, harmonia, realização, prosperidade, amor e tudo mais que nos faz pensar que a vida teria realmente um sentido superior.

 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Dicas Para Viver Feliz

 Dicas na Busca da Felicidade

Sera fácil sentir-mos bem connosco mesmo e com os outros à nossa volta? Nãao vou apresentar a formula maágica para a felicidade, mas talvez umas luzes que poderá  ajudar no caminho ate ela! Se nã as segue, tente segui-las, veja a  diferença quase instantânea! Valorize-se, seja feliz!

As 7 Dicas na Busca da Felicidade:

Ajude – Ao ajudar os outros, ajudamo-nos a mesmo Porque nã reservar umas horas por semana a ajudar, um amigo, um necessitado ou mesmo um desconhecido? Se melhoramos as pessoas à nossa volta, elas  ira fazer de nós pessoas melhores.
O egocentrismo  empobrecçe a alma. O altruísmo renova-a.” Kaíque Francis Rodrigues Bueno
Ria – Rir é um dos exercícios que melhor faz ao organismo, nã apenas pelos músculos que movimenta, nem por ser uma consequência de algo “bom” que nos acontece, mas por que ao rirmos estamos a libertar centenas de substâncias benéficas ao nosso organismo e ao mesmo tempo de uma forma directa e indirecta, estamos a contagiar os outros. Se nã o faz atualmente, porque na reservar na semana umas horas para rir? Ver uma coméedia, uns vídeos, relembrar situações hilariantes com amigos.
O sorriso que ofereceres, a ti voltará outra vez.” Abílio Guerra Junqueiro
Relaxe – Perceba que aconteça o que acontecer, as preocupações, a ansiedade e a tensão nã vão resolver. Por isso, se pode fazer algo para alterar a situação  facça! Caso contrário, relaxe!
“O passado é uma história, o futuro é um mistério e o AGORA é uma
diva, e por isso se chama presente.”

Perdoe – Não guarde óodio  ou rancores. Perdoar nã é compreender, nem muito menos esquecer, é apenas libertar a pessoa para seguir o seu caminho, provavelmente ela irá entender. Independente do que aconteceu no passado, seja uma pessoa melhor, perdoe!
“pedir para alguéem é beber veneno e esperar que outra pessoa morra!” 
Arrisque – Embora à primeira vista não parecça, crescemos mais quando pisamos terreno desconhecido do que, continuamos no “velho” e conhecido terreno. Impossível viver sem correr riscos, a vida por si é e um risco. Porque na aceitar isso e faze-lo de forma voluntária e consciente? Se na está genuinamente feliz com aquilo que conhece ou experiencia, porque na conhecer ou experienciar algo novo?
Lute. Tente. Arrisque. Corra. Mude. Sensualize. Insista. Melhore. Evolua. Cresça. Chore. Pense. Mas, nunca pare.” 
Supere-se – Pode ser sempre mais em tudo o que faz. Por mais que na queira, existem medos e bloqueios, que limitam o seu caminho, o seu explorar ou mesmo o seu caminhar. Enfrente os seus medos. Em última instância, as úunicas barreiras que separam você do paraíso, têm origem direta ou indireta nos seus medos e bloqueios. Enfrente-os! Verá que cada medo que vence, a sua vida vai-se iluminar um pouco mais.
O impossível está a um passo da nossa superação, a partir do momento que nos superamos algo impossível se realiza. “
Respeite – Cada pessoa  uúnica, com a sua identidade e experiência, logo, embora muitas semelhanças, todos somos diferentes. O mundo, mas podemos construir infinitos mapas para o descrever. Porque assumir que um mapa é mais valido que outro? Nã julgue!  A nossa experiência e os nossos conceitos são tãav validos como qualquer outro.
Se nã respeitares as diferenças, jamais descobrirás as semelhanças.” 


Como lidar com a as frustrações

A dor é inevitável ao ser humano, assim como as frustrações todos em algum momento vamos experiencar  esse sentimento. Porém o que dife...